Comemorando-se o segundo aniversário da elevação de Rabo de Peixe a Vila, fui levado a assistir ao Primeiro Festival de Interpretação Musical da Vila. Mais uma vez, fiquei convencido que Rabo de Peixe tem imensos talentos ocultos num manto de inactividade compulsiva e que, tal como foi dito no evento, “muitos são os diamantes que necessitam ser lapidados, pois estão ainda no estado bruto”. Desconhecendo as razões que levaram ao afastamento de uma Comissão de Festas da Vila que deu provas de saber fazer muito, mais e melhor sou levado a pensar que existe um saber douto capaz de rotular os prestáveis em pneus-de-socorro. Em nome dos indignados, garanto que isso não mais acontecerá, pois se há coisa que ninguém consegue apagar são as boas memórias e reconhecimento colectivo de um serviço prestado em nome da nossa terra. Mesmo não fazendo viagens à horta, não recebendo “honras de Estado”, a plebe andou, transpirou, guerreou e quase deu a alma por um simbolismo…simbolismo lhe chamaram. No mínimo, uma auscultação, um tacto de disponibilidades, de aderências, de voluntariado que deveria ter sido questionado, não pisado. Outros tempos virão.
Dos intérpretes das canções o melhor a dizer. Talentosos, briosos, crentes e graciosos. Todos se esgrimiram pelo almejado primeiro lugar, apenas um o conseguiu. O puto “dos ratos” com a sua dinâmica, vivacidade, e gloriosa presença em palco arrebatou-o. Palavras gagas e inseguras também animaram o povo boquiaberto. Pena foi o som ter estado sob a mestria de algum sismógrafo, subia-se e descia-se a intensidade do volume dos microfones de voz com leve rapidez. No fim a interpretação vencedora encheu a sala, fez os restantes concorrentes e público assistente vibrarem. As celebridades abandonaram o recinto. Veremos se esta gala conhecerá novos percursos. Oxalá que para o ano, tenhamos a felicidade de ver umas celebrações da Nossa Vila mais coloridas. Mas para isso, como diz e muito bem o nosso presidente, quem não tem cão caça com gato. Dizemos, há gatos que caçam muito melhor que muitos cães :)
Dos intérpretes das canções o melhor a dizer. Talentosos, briosos, crentes e graciosos. Todos se esgrimiram pelo almejado primeiro lugar, apenas um o conseguiu. O puto “dos ratos” com a sua dinâmica, vivacidade, e gloriosa presença em palco arrebatou-o. Palavras gagas e inseguras também animaram o povo boquiaberto. Pena foi o som ter estado sob a mestria de algum sismógrafo, subia-se e descia-se a intensidade do volume dos microfones de voz com leve rapidez. No fim a interpretação vencedora encheu a sala, fez os restantes concorrentes e público assistente vibrarem. As celebridades abandonaram o recinto. Veremos se esta gala conhecerá novos percursos. Oxalá que para o ano, tenhamos a felicidade de ver umas celebrações da Nossa Vila mais coloridas. Mas para isso, como diz e muito bem o nosso presidente, quem não tem cão caça com gato. Dizemos, há gatos que caçam muito melhor que muitos cães :)