"Rabo de Peixe fora do guia das Festas da Ribeira Grande
"Foi editado pela Publiçor um Guia das Festas do Concelho da Ribeira Grande, englobando as festividades de elevação a Cidade, as Cavalhadas da Ribeira Seca, assim como relatos com aspectos históricos da maioria das freguesias deste Concelho, ilustradas em fotografias e mencionando as datas das suas principais festas, nomeadamente dos seus padroeiros (as).É claro que, um guia deste género, com uma tiragem de 12 000 exemplares, reveste-se de uma grande utilidade e importância sob o ponto de vista turístico – cultural. Para além de ficarmos a conhecer melhor o nosso Concelho, também elucidamos os outros sobre quem nós somos, o que fazemos, quantos somos, etc.Neste sentido, a população de Rabo de Peixe estranhou sobremaneira a não inclusão desta Vila neste Guia, no qual esta localidade está omissa, não obstante constituir uma peça motora fundamental no contexto geral do Concelho da Ribeira Grande.Na realidade, as participações das freguesias foram da responsabilidade das suas respectivas Autarquias, comparticipando na publicação do Guia com uma determinada verba, como igualmente com o conteúdo requerido para publicação.Infelizmente, a Junta de Freguesia da Vila de Rabo de Peixe não ponderou correctamente esta situação, auto – excluiu-se e simultaneamente excluiu a Vila e seus habitantes.É evidente, com a distribuição pelo correio deste Guia das Festas, gerou-se um enorme mal-estar em Rabo de Peixe, porque no que é nobre e bom, somos sempre marginalizados, em vez de sermos divulgados. Nós temos os mais variados aspectos positivos para mostrar, designadamente uma cultura muito peculiar, uma história de uma gente heróica em termos de sobrevivência quotidiana e um desenvolvimento de numerosos ramos económicos, os quais fazem desta Vila um lugar único e original e onde os seus habitantes gostam muito de viver, apesar das desigualdades e problemas sociais aqui existentes.Perdeu-se desta maneira, por culpa própria, uma óptima oportunidade de valorizar Rabo de Peixe e até de marcar a diferença pela positiva, de forma inquestionável. Para tudo existem custos e prioridades, o que é preciso é possuir critérios justos e eficazes, como também criar dinâmicas próprias que envolvam e beneficiem a população, a qual só se vai orgulhar disto".
Luís Carlos Brum, in Açoriano Oriental – 2/07/2008 – pag. 15
"Foi editado pela Publiçor um Guia das Festas do Concelho da Ribeira Grande, englobando as festividades de elevação a Cidade, as Cavalhadas da Ribeira Seca, assim como relatos com aspectos históricos da maioria das freguesias deste Concelho, ilustradas em fotografias e mencionando as datas das suas principais festas, nomeadamente dos seus padroeiros (as).É claro que, um guia deste género, com uma tiragem de 12 000 exemplares, reveste-se de uma grande utilidade e importância sob o ponto de vista turístico – cultural. Para além de ficarmos a conhecer melhor o nosso Concelho, também elucidamos os outros sobre quem nós somos, o que fazemos, quantos somos, etc.Neste sentido, a população de Rabo de Peixe estranhou sobremaneira a não inclusão desta Vila neste Guia, no qual esta localidade está omissa, não obstante constituir uma peça motora fundamental no contexto geral do Concelho da Ribeira Grande.Na realidade, as participações das freguesias foram da responsabilidade das suas respectivas Autarquias, comparticipando na publicação do Guia com uma determinada verba, como igualmente com o conteúdo requerido para publicação.Infelizmente, a Junta de Freguesia da Vila de Rabo de Peixe não ponderou correctamente esta situação, auto – excluiu-se e simultaneamente excluiu a Vila e seus habitantes.É evidente, com a distribuição pelo correio deste Guia das Festas, gerou-se um enorme mal-estar em Rabo de Peixe, porque no que é nobre e bom, somos sempre marginalizados, em vez de sermos divulgados. Nós temos os mais variados aspectos positivos para mostrar, designadamente uma cultura muito peculiar, uma história de uma gente heróica em termos de sobrevivência quotidiana e um desenvolvimento de numerosos ramos económicos, os quais fazem desta Vila um lugar único e original e onde os seus habitantes gostam muito de viver, apesar das desigualdades e problemas sociais aqui existentes.Perdeu-se desta maneira, por culpa própria, uma óptima oportunidade de valorizar Rabo de Peixe e até de marcar a diferença pela positiva, de forma inquestionável. Para tudo existem custos e prioridades, o que é preciso é possuir critérios justos e eficazes, como também criar dinâmicas próprias que envolvam e beneficiem a população, a qual só se vai orgulhar disto".
Luís Carlos Brum, in Açoriano Oriental – 2/07/2008 – pag. 15
Nota: Esse testemunho mostra que ainda há alguém que gosta muito de Rabo de Peixe e defende essa Vila como poucos.