10 Março, 2012

Açorianos não gostam da "sua cenoura"!


Numa altura em que a crise afeta todos os setores da nossa região e país, existem velhos hábitos que teimam em perdurar. Basta entrar numa grande superfície comercial para ver grandes quantidades de hortícolas importados. Alguns "falam" espanhol, outros francês e ainda há os que "falam" chinês, como é o caso dos alhos. Agarrando com o olhar a situação da cenoura(dacus carota), que até é produzida às toneladas nos Açores, não a vemos à conversa com os produtos importados, nas prateleiras dos hipermercados e supermercados. Mas, o que se passa? A cenoura faltou à chamada? Foi ao hospital dos hortícolas? Não! A cenoura está a apodrecer nos campos açorianos porque não é tão bonita como a importada. Isto é, se a cenoura tivesse que ganhar a vida como stripper, estava condenada à miséria. Nesta analogia, e concedendo um pendor mais sério à "coisa", continua-se a não atentar a um produto que é nosso e que gera valor acrescentado à nossa economia. A cenoura açoriana bate a concorrência em preço e qualidade nutritiva. Assim, com toda a propriedade, pode-se afirmar que os açorianos não gostam da "sua cenoura". Gostam mais da cenoura dos outros!

21 Novembro, 2011

Um Secretário de Estado destarelado!

Já restam poucas dúvidas sobre o futuro imediato dos jovens, em Portugal. Portanto, é inadmissível que um senhor com responsabilidades governativas e políticas faça afirmações como as que se ouviram. Em qualquer parte do mundo, fazer política deveria ser sempre, digo sempre, tentar resolver o problema das pessoas. E, neste caso, mesmo sabendo das enormes dificuldades do país, este senhor Secretário nunca deveria impelir a juventude a emigrar. Deveria pois, incitá-la à inovação, à participação cívica, à criação de empresas, à produtividade, ao renascimento desta república. Com este discurso, este senhor quis agarrar nos jovens e mandá-los para outros países, para que fossem estes jovens e países a resolver os problemas criados pelos maus políticos que tivemos e continuamos a ter!

O Secretário de Estado que a 31 de outubro de 2011 diz isso : http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/secretario-de-estado-apela-a-jovens-para-emigrarem ... e que no dia seguinte 1 Novembro de 2011 escreve o seguinte: http://microsites.juventude.gov.pt/Portal/LBJ/Mensagem/Mensagem2.htm

17 Outubro, 2011

Fundador Esquecido









No passado dia 10 de Outubro, celebraram-se os 167 anos da morte daquele que foi o fundador do jornal Açoriano Oriental - Manuel António de Vasconcelos. Em e-mail datado de 22-11-2010, enviado ao cuidado do Dr.Paulo Simões, dei conta do mau estado em que se encontrava o jazigo de tão ilustre açoriano, no cemitério de Rabo de Peixe. Do e-mail, não houve qualquer resposta. É óbvio que o grupo a que pertence o AO não seja responsável pela manutenção do abrigo perpétuo do senhor MAV mas, por razões éticas, até poderiam desenvolver esforços para contactar os mais directos descendentes do senhor Vasconcelos. Culturalmente, esta é uma questão que merece outro respeito e consideração, mesmo que póstuma, junto daquele que, com o seu trabalho e empreendedorismo, contribuiu para o fortalecimento da identidade acoriana.






18 Janeiro, 2011

Foi há seis anos

Há seis anos lançava-se, neste espaço, as primeiras palavras que dariam continuidade a um longo resumo de ideias, factos e outras coisas. Coisas apenas. A regularidade de posts já foi mais notória, agora faço o que o tempo sobrante me permite. Continuará vivo, digo eu. Espero... :)

07 Janeiro, 2011

Onde Fica?

Alguém consegue dizer-me onde fica este Espaço?
Canada do Pico do Alho - Boavista. Não conheço!
Será nalguma freguesia de nome Boavista?

18 Outubro, 2010

Filhos da Memória Esquecida



Recentemente, nesta terra que viu o mar lhe dar nome, foi homenageado um homem por quem muito respeito tenho. Afonso Maria Tavares, emigrante octogenário, viu o seu nome ser perpetuado numa rua a nascente do seu berço cultural e social. Confesso que fui um dos mentores deste simbólico gesto, e continuo a achar que ainda é pouco o reconhecimento devido a tal vulto. Não me imagino na saga por que teve que passar o herói Tavares. Sim, herói, com peso e medida. Não é devedor à medida e ao peso, até porque não é muito pesado nem alto, é grande na determinação e pesado na vontade. Afonso Tavares acaba por simbolizar aqueles homens que, partindo sós, rumo ao desconhecido, levando na bagagem o espírito trespassado pelas aspereza do meio da altura, vingou e vingou bem. No pouco que dominava da língua inglesa, outros ajudou e ajudou a curar a saudade e nostalgia destes pequenos ilhéus. Afonso, ao contrário de muitos outros, não emigrou por necessidade. Fê-lo por ter desejo de aventura, para fugir à perseguição social de que era alvo – não tinha mulher e com a idade a avançar o cenário estreitava-lhe as opções de vida. A mãe morrera-lhe a as raízes à terra iam-se perdendo. Emigrou! Durante alguns anos estabeleceu uma ponte mediática entre o Canadá e R. Peixe. O empreendedorismo corria-lhe na veias. Trabalhava, ganhava e investia. Construiu o que é hoje o Cine-Teatro Mira Mar, foi co-fundador da primeira Feira Agrícola realizada no Campo de Santana, etç…etç..etç! Numa entrevista que fiz a este grande homem, tive a oportunidade de sentir a sensibilidade humana vocacionada para a ajuda ao próximo. Conjugar o altruísmo com o empreendorismo foi possível nesta personalidade. Não guarda ressentimentos daqueles que lhe viraram as costas, mas esconde a alegria que lhe fugiu com a morte da sua primeira mulher…e os filhos órfãos de mãe. Sim, também herói neste campo. Há pessoas assim: por mais que caia, por mais que fira, por mais que destrua, um só sentido – levantar e caminhar!
Isto tudo para dizer que sou apologista de que, as homenagens, e tudo o que de bom deve ser feito em reconhecimento das qualidades superiores de uma pessoa, do seu contributo para o bem de um povo, tem que apontar registo em VIDA! Esqueçam as homenagens póstumas! Enquanto houver oportunidade em vida, façam-no com todo o mérito e pertinência, pois o contributo que esses samaritanos deram foi a respirar, não no além!

11 Junho, 2010

Já Faz Parte


Pela primeira vez, Rabo de Peixe está presente! Há que mudar de rotas!

18 Maio, 2010

Destruido está melhor...deve estar!!!


Eis o que resta daquele que, em tempos, foi dos melhores recintos desportivos da nossa ilha. Quis a "força" de alguns homens que fosse este o seu destino. E o fim ainda está longe da vista.

E o court de ténis, e a creche, e o parque infantil, com que enganaram os rabopeixenses que se viram privados deste equipamento, deste campo de jogos...onde estão?

20 Fevereiro, 2010

Contrastes




A Contrastar com a beleza de uma ave migratória que, por estes dias, passou pela baía de Rabo de Peixe, o lixo leva vantagem!


Triste cenário...

03 Dezembro, 2009

Arrogâncias

De facto, em Rabo de Peixe, ainda existem daqueles barões que se acham donos de tudo e de todos. Nessas figuras, o capital económico impera, enquanto que o cultural é zero à esquerda. Figuras de almanaque com luzinhas de Natal a enfeitar a pouca massa cinzenta.
Sabem por que é que os herbicidas sistémicos apenas começam a surtir efeito passados alguns dias? Quem souber, explique a essas alminhas, "faxavô".

02 Novembro, 2009

Cada vez "melhor"

Com os novos cursos de Bolonha, a rapaziada anda cada vez mais qualificada. É vê-los trabalhar e escrever em alguns jornais electrónicos da praça portuguesa.
Fonte: http://pt.msn.com/

19 Outubro, 2009

Fontanários "Ausentes"








Como é do conhecimento geral, já arracaram as obras de construção da nova variante, em Rabo de Peixe.

Nunca questionando as mais-valias que proporcionará esta nova infra-estrutura, recomenda-se que os fontanários históricos, um dos quais já retirado e depositado em parte "incerta", sejam re-edificados próximo das suas origens. Não nos esqueçamos que, tais monumentos fazem parte da história colectiva de Rabo de Peixe. O seu desaparecimento constitui-se como um agressivo atentado à cultura da nossa gente. Muita atenção com aquilo que é de todos nós, pois o património colectivo nunca deverá ser subvertido às vontades privadas. Tenho dito.



05 Outubro, 2009

Expo


Certame a decorrer no Centro Comunitário e de Juventude de Rabo de Peixe.

08 Setembro, 2009

Na vizinha do lado



Já não se fazem homens de "begode", como este! Ainda pensei que fosse a Ribeirinha da Ribeira Grande. Mas, não........não é!

16 Junho, 2009

Get Out Rabo de Peixe



Por iniciativa da Publiçor, foi editado um Guia Cultural da Ilha de São Miguel. Por cada duas páginas, as juntas de freguesia teriam que pagar 600,00 € acrescidos de IVA legal em vigor, podendo esse mesmo valor ser pago em prestações de 50,00 € mais IVA. Este Guia contou com uma tiragem de 60.000 exemplares e foi distribuido em toda a Ilha do Arcanjo, sendo, por isso, um importantíssimo veículo de divulgação cultural da nossa terra. Infelizmente, entendeu a Junta de Freguesia de Rabo de Peixe que, o primeiro contacto feito pelos responsáveis da publiçor foi tardio(início de Maio), sendo que as Festas da Vila(25 Abril) já estavam terminadas. Portanto, das catorze freguesias do Concelho da Ribeira Grande, apenas treze "aparecem na fotografia", ficando Rabo de Peixe de fora. Conclusão: as Festas da Vila, na cabeça de alguns, congregam e definem o panorama cultural e festivo de Rabo de peixe. Lamentável. Com esta atitude, os responsáveis além de sonegarem à população de Rabo de Peixe a oportunidade de divulgarem junto de outras localidades e pessoas, um cartaz com raízes extremamente profundas, porventura, irreflectidamente, ridicularizaram os sete impérios e as outras duas grandes Festas em louvor do Divíno Espírito Santo(para não falar de outras festas pontuais). É preciso não esquecer que as festas de Rabo de Peixe não se esgotam em Abril, decorrem, principalmente, durante todo o Verão e vão até ao primeiro Domingo de Outubro, com a Realização da Festa de Nossa Senhora do Rosário. Também é preciso não esquecer que este Guia serve para divulgar junto de outras pessoas o que se faz numa determinada freguesia. As suas potencialidades não se esgotam na possibilidade de uma determinada população ir consultar as festas da sua freguesia, sob pena de se esquecer das datas. Mais uma vez, é lamentável que a envolvência cultural de quase 9 mil pessoas seja decidida por dois ou três. Para finalizar fico condoído por observar que, numa terra tão grande e carismática como Rabo de Peixe, sejam poucos aqueles que se atrevem a defender os interesses colectivos, mesmo que para isso tenham de enfrentar alguns "obstáculos" ditatoriais.

15 Junho, 2009

07 Maio, 2009

Polidesportivo

Cinco anos depois fecharam-se as portas do parque e, actualmente, o que resta do espaço destinado ao campo de jogos está transformado num verdadeiro depósito de entulho, ao passo que ao lado vão nascendo blocos de apartamentos. Ladeado por várias construções "novinhas em folha", o estado de abandono e degradação em que o campo de futebol se encontra faz com que suba de tom a contestação de alguns moradores. É que quem mora junto ao bairro de São Sebastião não deixa de lamentar a situação atendendo a que as crianças da zona ficaram sem um importante espaço de recreio."Os miúdos agora ou jogam na rua ou têm de ir para as Calhetas", apontava uma jovem mãe ao A.O., frisando que os responsáveis locais "parece que pouco se importam com as crianças da freguesia".Confrontado com a situação, o presidente da Junta de Freguesia, Artur Martins, explica que o espaço teve de ser encerrado por estarem a decorrer obras de grande vulto na área envolvente, situação que poderia representar perigo para as crianças que frequentassem o parque. Tendo em conta a "extinção desse espaço", o autarca adianta que a entidade promotora do empreendimento habitacional se comprometeu a construir um novo espaço desportivo noutra zona de Rabo Peixe. Acontece que o tempo foi passando e do novo parque a população pouco ou nada sabe. Artur Martins assegura que tem diligenciado para que seja "devolvido" à localidade um novo espaço desportivo, adiantando que o processo está nas mãos da Câmara Municipal da Ribeira Grande. Instado a revelar mais pormenores sobre as negociações com a empresa, o responsável pela autarquia nortenha esclarece que no processo em causa a Câmara apenas está a estabelecer um "papel de intermediário e de reforço da defesa da junta de freguesia na defesa do erário público"."O nosso objectivo é que seja reposto o polidesportivo, ainda que noutro local, até porque o que está em causa é o interesse público e a salvaguarda do investimento da junta naquele espaço", admitiu Ricardo Silva. Contudo, contactado pelo A.O., um dos responsáveis pela empresa madeirense, proprietária do empreendimento habitacional em causa, adiantou que não possui qualquer direito sobre referido parque desportivo. E acrescenta que a empresa nunca teve interesse no referido espaço desportivo e que "nunca houve qualquer negociação em relação ao campo", não admitindo, por isso, a existência de contrapartidas. Ora, perante as declarações da empresa madeirense, o A.O. voltou a ouvir o presidente da Junta de Rabo de Peixe que confirma a existência de um compromisso por parte da primeira no que respeita à "restituição" de um espaço desportivo na localidade. Artur Martins diz ter mesmo comprovativos em relação ao estabelecimento dessa contrapartida. Um cenário que é corroborado pelo presidente da Câmara da Ribeira Grande, que admite ainda estar a ser escolhido um espaço para a construção do novo polidesportivo de Rabo de Peixe. "Aquele parque desportivo ficava encravado na área de um particular e não oferecia as melhores condições ao tipo de urbanização que se pretendia implantar naquela zona", acrescenta, ressalvando que estão a ser empenhados esforços para salvaguardar o interesse público.
O texto marcado a amarelo reflecte bem o estado da "coisa". E mais não digo!
Notícia extraída do AO on-line de hoje.

05 Maio, 2009

Morreu o Frankie

http://www.youtube.com/watch?v=4yHgKNywD3w

Morreu hoje ao final da tarde uma das personagens mais populares de Rabo de Peixe.
Para o Frankie, que Deus te tenha bem guardado.
Para a família, as nossas sentidas condolências.

Craque em tamanho pequeno

Boa sorte para o puto. Só tenho pena que não vá estagiar para o Glorioso :)
Mais informações aqui

Foto retirada do site da CMRG

22 Abril, 2009

V Aniversário


Programa tal como foi distribuido pela Junta Freguesia Rabo Peixe

20 Abril, 2009

II Torneio de Futsal AJURPE

Este não está, nem nunca teve a intenção de estar incluido no "programa" do 5º aniversário. No entanto, a juventude rabopeixense está de boa saúde e vai aparecendo mesmo que outros a tentem eclipsar. Como diz o Cristiano Ronaldo "quando me assobiam, eu marco".

17 Abril, 2009

Casa em Ruinas - Um Caso de Vergonha Cultural

Numa altura em que muito se fala sobre o tele-filme "Anthero – O Palácio da Ventura", a casa do guru dos estudos Anterianos continua em ruinas. Falo do Dr. Rui Galvão de Carvalho. Não obstante as intenções que já foram celebradas por alguns rabopeixenses, as autoridades competentes continuam a negligenciar a recuperação daquela que poderia ser a imortal morada cultural de um dos grandes vultos da nossa história.
"O Dr. Ruy Galvão de Carvalho foi uma figura de grande craveira literária que se impôs no panorama cultural dos Açores e do próprio país, pelas suas aturadas investigações acerca da vida e obra de Antero de Quental.
Considerado o maior anterianista conhecido, deixou uma vasta obra literária que faz parte do património cultural da Região Autónoma dos Açores.
Nascido em Rabo de Peixe, em 1904, de pais ligados à construção civil, o Dr. Ruy Galvão frequentou o Liceu em Ponta Delgada após o que se licenciou em Ciências Histórico Filosóficas na Faculdade de Letras de Coimbra.
De regresso a S. Miguel, leccionou durante vários anos no Liceu Antero de Quental, tendo sido professor de inúmeras gerações de jovens estudantes.
O Dr. Ruy Galvão de Carvalho doou a 9 de Janeiro de 1986, grande parte da sua vasta e riquíssima obra literária à Universidade dos Açores que mais tarde foi destruída, ainda em vida do autor, por um violento incêndio ocorrido a 11 de Junho de 1989, no rescaldo da Presidência Aberta de Mário Soares. O relatório da Polícia Judiciária, elaborado pelo Dr. José Manuel Enes admite a hipótese de fogo posto. A sua preciosa Biblioteca era composta por 1684 títulos.
Salienta-se da sua obra a Antologia Poética dos Açores, editada em 1979, que constitui um contributo importante para o património cultural açoriano.
Figura referencial de muitas gerações, desde os tempos do Liceu da Graça, iniciou-se nas lides literárias com o pseudónimo Abd-el Kader, assinalando-se como última obra literária do autor a composição ‘Antero e a Música.’
Mestre Ruy, como era geralmente conhecido nos meios intelectuais dos Açores, foi galardoado pelo Presidente da República, General Ramalho Eanes como Oficial da ordem da Instrução Pública. Faleceu em Ponta Delgada em 29 de Abril de 1991, tendo sido sepultado na sua terra natal.
Por proposta do autor, a Câmara Municipal da Ribeira Grande atribuiu em cerimónia pública a Medalha de Ouro de Mérito Municipal a Ruy Galvão de Carvalho.
A sua memória está assinalada numa das artérias de Rabo de Peixe, bem como na casa onde nasceu, tendo-lhe sido prestada em sessão solene realizada em 1978, no salão paroquial de Rabo de Peixe. Foi orador oficial da cerimónia, a que assistiram numerosas entidades oficiais açorianas e antigos alunos, Gustavo Fraga.
A cultura açoriana muito lhe deve, dado que foi um dos primeiros intelectuais a sugerir a existência de uma literatura eminentemente açoriana".

Não obstante os proclamados desígnios, o aspecto da moradia é o que abaixo se apresenta. A degradação desta casa reflecte alguns ambientes que se vivem em Rabo de Peixe - pura negligência. Com um pouco de entusiasmo e vontade, aconteceria o mesmo que sucedeu com a casa de Armando Côrtes Rodrigues - A Morada da Escrita, em Ponta Delgada!!! Não hajam dúvidas...














13 Abril, 2009

Blaskapelle Max Pfluger

A banda alemã “Blaskapelle Max Pfluger” actua amanhã à noite, pelas 21h00, no Teatro Ribeiragrandense, numa iniciativa do Lions Clube de Rabo de Peixe e conta com o apoio da Câmara Municipal da Ribeira Grande.
Esta banda que se encontra em digressão pela ilha de São Miguel, é composta por 22 elementos que cantam e tocam músicas tradicionais da região da Baviera e parte da República Checa.
A “Blaskapelle Max Pfluger” é portadora de um invejável percurso no seu país de origem e já detentora de grande reconhecimento em outros países da Europa. Aliás, a Baviera é hoje um dos estados mais ricos da Alemanha e da Europa. Em termos culturais, é também um território que tem-se afirmado a nível europeu, sobretudo no que concerne à música.
Um dos pontos altos da passagem da banda pela ilha ocorre no dia 19, onde vai participar na eucaristia da paróquia do Senhor Bom Jesus de Rabo de Peixe.
Fonte-Aqui

Fichas On-line

Museu da Emigração Açoriana já disponibilizou pesquisa on-line das fichas de emigrantes naturais do concelho da Ribeira Grande.
Parabéns ao Dr. Rui Faria pelo trabalho.
Consultar aqui