18 novembro, 2005

Despesismo

Este relatório foi recebido por e-mail e reporta-se às viagens feitas por Mário Soares, enquanto presidente da República Portuguesa. Não se assustem, o homem "só" percorreu o equivalente a 22 vezes a volta ao mundo. E ainda dizem que o animal mais viajado do mundo é a "rata" da "hospedeira".
1986
11 a 13 de Maio - Grã-Bretanha
06 a 09 de Julho - França
12 a 14 de Setembro - Espanha
17 a 25 de Outubro - Grã-Bretanha e França
28 de Outubro - Moçambique
05 a 08 de Dezembro - São Tomé e Príncipe0
8 a 11 de Dezembro - Cabo Verde
1987
15 a 18 de Janeiro - Espanha
24 de Março a 05 de Abril - Brasil
16 a 26 de Maio - Estados Unidos
13 a 16 de Junho - França e Suíça
16 a 20 de Outubro - França
22 a 29 de Novembro - Rússia
14 a 19 de Dezembro - Espanha
1988
18 a 23 de Abril - Alemanha
16 a 18 de Maio - Luxemburgo
18 a 21 de Maio - Suíça
31 de Maio a 05 de Junho - Filipinas
05 a 08 de Junho - Estados Unidos0
8 a 13 de Agosto - Equador
13 a 15 de Outubro - Alemanha
15 a 18 de Outubro - Itália
05 a 10 de Novembro - França
12 a 17 de Dezembro - Grécia
1989
19 a 21 de Janeiro - Alemanha
31 de Janeiro a 05 de Fevereiro - Venezuela
21 a 27 de Fevereiro - Japão
27 de fevereiro a 05 de Março - Hong-Kong
Macau05 a 12 de Março - Itália
24 de Junho a 02 de Julho - Estados Unidos
12 a 16 de Julho - Estados Unidos
17 a 19 de Julho - Espanha
27 de Setembro a 02 de Outubro - Hungria
02 a 04 de Outubro - Holanda
16 a 24 de Outubro - França
20 a 24 de Novembro - Guiné-Bissau
24 a 26 de Novembro - Costa do Marfim
26 a 30 de Novembro - Zaire
27 a 30 de Dezembro - República Checa
1990
15 a 20 de Fevereiro - Itália
10 a 21 de Março - Chile e Brasil
26 a 29 de Abril - Itália
05 a 06 de Maio - Espanha
15 a 20 de Maio - Marrocos
09 a 11 de Outubro - Suécia
27 a 28 de Outubro - Espanha
11 a 12 de Novembro - Japão
1991
29 a 31 de Janeiro - Noruega
21 a 23 de Março - Cabo Verde
02 a 04 de Abril - São Tomé e Príncipe
05 a 09 de Abril - Itália
17 a 23 de Maio - Rússia
08 a 11 de Julho - Espanha
16 a 23 de Julho - México
27 de Agosto a 01 de Setembro - Espanha
14 a 19 de Setembro - França e Bélgica
08 a 10 de Outubro - Bélgica
22 a 24 de Novembro - França
08 a 12 de Dezembro - Bélgica e França
1992
10 a 14 de Janeiro - Estados Unidos
23 de Janeiro a 04 de Fevereiro - India
09 a 11 de Março - França
13 a 14 de Março - Espanha
25 a 29 de Abril - Espanha
04 a 06 de Maio - Suíça
06 a 09 de Maio - Dinamarca
26 a 28de Maio - Alemanha
30 a 31 de Maio - Espanha
01 a 07 de Junho - Brasil
11 a 13 de Junho - Espanha
13 a 15 de Junho - Alemanha
19 a 21 de Junho - Itália
14 a 16 de Outubro - França
16 a 19 de Outubro - Alemanha
19 a 21 de Outubro - Áustria
21 a 27 de Outubro - Turquia
01 a 03 de Novembro - Espanha
17 a 19 de Novembro - França
26 a 28 de Novembro - Espanha
13 a 16 de Dezembro - França
1993
17 a 21 de Fevereiro - França
14 a 16 de Março - Bélgica
06 a 07 de Abril - Espanha
18 a 20 de Abril - Alemanha
21 a 23 de Abril - Estados Unidos
27 de Abril a 02 de Maio - Grã-Bretanha e Escócia
14 a 16 de Maio - Espanha
17 a 19 de Maio - França
22 a 23 de Maio - Espanha
01 a 04 de Junho - Irlanda
04 a 06 de Junho - Islândia
05 a 06 de Julho - Espanha
09 a 14 de Julho - Chile
14 a 21 de Julho - Brasil
24 a 26 de Julho - Espanha
06 a 07 de Agosto - Bélgica
07 a 08 de Setembro - Espanha
14 a 17 de de Outubro - Coreia do Norte
18 a 27 de Outubro - Japão
28 a 31 de Outubro - Hong-Kong e Macau
1994
02 a 05 de Fevereiro - França
27 de Fevereiro a 03 de Março - Espanha (incluindo Canárias)
18 a 26 de Março - Brasil
08 a 12 de Maio - África do Sul (Tomada de posse de Mandela)
22 a 27 de Maio - Itália
27 a 31 de Maio - África do Sul
06 a 07 de Junho - Espanha
12 a 20 de Junho - Colômbia
05 a 06 de Julho - França
10 a 13 de Setembro - Itália
13 a 16 de Setembro - Bulgária
16 a 18 de Setembro - - França
28 a 30 de Setembro - Guiné-Bissau
09 a 11 de Outubro - Malta
11 a 16 de Outubro - Egipto
17 a 18 de Outubro - Letónia
18 a 20 de Outubro - Polónia
09 a 10 de Novembro - Grã-Bretanha
15 a 17 de Novembro - República Checa
17 a 19 de Novembro - Suíça
27 a 28 de Novembro - Marrocos
07 a 12 de Dezembro - Moçambique
30 de Dezembro a 09 de Janeiro 1995 - Brasil
1995
31 de Janeiro a 02 de Fevereiro - França
12 a 13 de Fevereiro - Espanha
07 a 08 de Março - Tunísia
06 a 10 de Abril - Macau
10 a 17 de Abril - China
17 a 19 de Abril - Paquistão
07 a 09 de Maio - França
21 de Setembro - Espanha
23 a 28 de Setembro - Turquia
14 a 19 de Outubro - Argentina e Uruguai
20 a 23 de Outubro -EstadosUnidos
27 de Outubro - Espanha
31 de Outubro a 04 de Novembro - Israel
04 e 05 de Novembro Faixa de Gaza e Cisjordânia
05 e 06 de Novembro - Cidade de Jerusalém
15 a 16 de Novembro - França
17 a 24 de Novembro - África do Sul
24 a 28 de Novembro - Ilhas Seychelles
04 a 05 de Dezembro - Costa do Marfim
06 a 10 de Dezembro - Macau
11 a 16 de Dezembro - Japão
1996
08 a 11 de Janeiro - Angola
Durante os anos que ocupou o Palácio de Belém, Soares visitou 57 países(alguns, várias vezes, como por exemplo Espanha que visitou 24 vezes e França 21 vezes), percorrendo no total 992.809 KMS.

16 novembro, 2005

Calinadas

Há cerca de dois anos atrás, em mais uma passagem pela Maré de Agosto, deparei-me com esse anúncio no "Mini-Mercado" do Parque de Campismo. Incrédulo, apenas tirei essa foto e limitei-me a comentá-la com os meus amigos de Santa Maria. No dia seguinte, quando me dirigia à recepção do parque para proceder à entrega da "pulseira amarela", vi outro papelinho na parede onde estava escrito: "...ero-porto". Se o nosso amigo Rodrigo lá estivesse, uiii!

Image hosted by Photobucket.com

07 novembro, 2005

Obras e Serviços


"Já ouviram falar de Rabo de Peixe?
Rabo de Peixe é uma vila situada na ilha de São Miguel, nos Açores. É a vila mais pobre de Portugal e até uma das quatro mais pobres da União Europeia. De facto, vive-se lá uma situação social dramática. Apesar dos inúmeros incentivos financeiros, a situação parece não melhorar… a vila precisa de ajuda "no terreno". Não de alguém que lhes dê o "peixe", mas de quem vá lá e os "ensine a pescar"! Esta é a filosofia do projecto "Rabo de Peixe Sabe Sonhar!", iniciado o ano passado. Por iniciativa dos Padres Jesuítas, Paulo Teia, Hermínio Vitorino e António Júlio Trigueiros, e com a excelente colaboração das Irmãs Escravas do Sagrado Coração de Jesus, nomeadamente da Irene Guia, montámos uma Colónia de Férias para 90 das muitas crianças daquela que é também uma das vilas mais jovens do país! O projecto pretendia, por um lado, ajudar as crianças, dando-lhes um tempo de crescimento saudável. E, por outro, mostrar-lhes que nem toda a gente que as educa lhes deixa nódoas negras no corpo, que se pode acordar e não se ter que pensar em arranjar algo para comer, que se pode confiar nalgumas pessoas, que nem todos os meninos da idade deles se drogam… Por outro lado, investir na instrução dessas crianças, o futuro da vila. Explicar, também, que há outras formas de "ganhar a vida" e de trabalhar sem ser exclusivamente no "mundo da pesca"; que nem todos os meninos têm que vir a ser homens que passam muitas horas nas tabernas, e que as meninas não têm que ser só "domésticas"quando crescerem…. Em Agosto de 2004, 40 universitários dos centros universitários CUPAV, CREU-IL, CUMN e CAB, alguns animadores da VILA DE RABO DE PEIXE e outras pessoas convidadas ofereceram parte das suas férias, para dar a primeira escova de dentes à Rita; dizer à Mafalda que havia um dia muito especial, no qual fazia anos, e que queríamos festejar esse dia com ela, (era a sua primeira festa de anos). Curar o Lisandro de algumas feridas que se vêem e de outras que estão escondidas; pedir ao Elson, de 8 anos, que em Setembro próximo, não fosse para as obras mas tentasse novamente concluir a 1ªclasse; e ao Hélder que não cortasse os pulsos em apostas para ganhar dinheiro, porque se estudar, um dia vai conseguir ajudar a mãe como gostaria… Foi a estes e a todos os outros que nos rendemos, e o projecto mostrou ter muito sucesso. De facto, o impacto da Colónia de Férias que lá realizámos foi inacreditável, não só nos miúdos, como nos monitores! De tal forma que um projecto, inicialmente pensado para se realizar uma só vez, parece ter ganho velocidade e hoje é impossível pará-lo! Em Agosto deste ano lá nos lançámos nós,
outra vez, na aventura de mais uma Colónia de Férias "Rabo de Peixe Sabe Sonhar", agora para 127 crianças e 43 animadores: 10 dos Açores e 33 do Continente. Este ano para além da presença dos Padres Paulo Teia e Hermínio Vitorino e da Irmã Irene Guia, tivemos as óptimas colaborações do P. José Frazão, sj, e da Irmã Rita Cortês, também ela Escrava do Sagrado Coração de1 Jesus. Valeu a pena mais esta Colónia de Férias, porque notámos, entre outras coisas, que as crianças e adolescentes que já tinham participado na Colónia, no ano de 2004, este ano já estavam mais calmas, mais participativas e receptivas, mais comunicativas, e que já tinham percebido bastante do espírito e dinâmica da Colónia. Isso deu-nos muita alegria e motivou-nos para continuar a apostar ainda mais e melhor! Não podemos esquecer de agradecer o grande apoio da Comunidade local de S. Miguel, de um modo particular da Vila de Rabo de Peixe, que nos facilitou muito a realização destas duas iniciativas. Como uma das voluntárias, apenas posso dizer que vi o paraíso! Agradeço por cada um dos miúdos e pela inexplicável experiência espiritual e pessoal. Sem dúvida, a felicidade dividida multiplica-se… É o mistério que nos move! Temos essa missão: não só de os acompanhar por 10 dias, para tentar remediar graves problemas mas, muito mais fundo que isso, queremos e trabalhamos para um futuro diferente para a Vila de Rabo de Peixe… Esse futuro sustentável e saudável da Vila é difícil mas possível! Só é preciso querer e mais que tudo CRER!"
Teresa Nazareth
Voluntária do CREU-IL

27 outubro, 2005

Descortinando

Acredito que esta carta, agora difundida pela primeira vez numa página electrónica, vai desmistificar muita da intrujice que foi feita em período de campanha autárquica. Repare-se no tom ameaçador utilizado pelo mandatário da campanha PSD à Câmara Municipal de Ribeira Grande. O irónico da situação é que o PPD/PSD foi o pioneiro nesse meio de levar as pessoas a votar, onde já foram muitos os táxis fretados e pagos pelo mesmo partido, numa clara violação a que os mesmos chamam de "comportamento sem ética, parcial, desleal e ilegal". O mais grave é que o signatário da carta, enquanto presidente da Casa do Povo do Pico da Pedra, cedeu e autorizou a carrinha de serviço da própria instituição a transportar pessoas para as assembleias de voto na dita freguesia. Como se isso não bastasse, o candidato PSD local, foi quem assumiu, durante muito tempo, o volante e os restantes comandos do veículo automóvel. Haja tino minha gente e sobretudo consenso entre o que se faz e o que se diz.
A carta foi dirigida à dr.ª Maria do Céu Estrela, candidata pelo PS à Junta de Freguesia da Vila de Rabo de Peixe.

21 setembro, 2005

O dinheiro continua igual a si próprio

“O que originalmente apareceu como um meio de promover a produção (i.é o dinheiro) tornou-se uma relação alienada em relação aos produtores.À medida que os produtores se tornaram mais dependentes da troca,esta apareceu como que independente daqueles, e o fosso entre o produto como produto, e do produto como valor de troca começa a aumentar.O dinheiro não cria estas antíteses e contradições; pelo contrário, é o desenvolvimento dessas mesmas contradições e antíteses que cria o suposto poder transcendente do dinheiro”
Karl Marx, Grundrisse (1857)

14 setembro, 2005

La Fontaine dos Tempos Modernos

Durante todo o Outono, a formiguinha trabalhou sem parar armazenando comida para o período de Inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem do convívio com os amigos no final do trabalho. O seu nome era "trabalho" e o seu apelido "sempre". Enquanto isso, a cigarra só queria cantar nos grupos de amigos e nos bares da cidade. Não desperdiçou um minuto sequer! Cantou e dançou durante todo o Outono, aproveitou o sol, curtiu a valer sem se preocupar com o Inverno que estava para chegar. Então, passados alguns dias, começou a fazer frio. Era o Inverno que estava a começar. A formiguinha, exausta de tanto trabalho, entrou para a sua singela e aconchegante toca repleta de comida. Mas, nesse momento, alguém chamou o seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpreendida com o que viu. Quem era? A sua amiga cigarra estava ao volante de um Ferrari com um aconchegante casaco de vison. A cigarra disse para a formiguinha:

- Olá amiga, vou passar o Inverno a Paris. Será que tu poderias cuidar da minha toca?
- Claro, sem problemas, respondeu a formiguinha.. Mas o que te aconteceu? Como é que conseguiste dinheiro para ir a Paris e comprar esse Ferrari?
E a cigarra respondeu:
- Imagina tu que eu estava a cantar num bar, na semana passada e um produtor ouviu e gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer vários shows em Paris.... A propósito, a minha amiga deseja algo de lá?
Respondeu a formiguinha:
- Desejo sim. Se encontrares por lá um tal La Fontaine (autor da fábula original), manda-o ir para a Puta que o Pariu...!!!!

Moral da História:
"Aproveita a vida, sabendo dosear o trabalho e o lazer, pois o trabalho em demasia só traz benefícios nas fábulas do La Fontaine e ao teu patrão."
(esta foi-me enviada pela minha prima Antónia)

07 setembro, 2005

Curiosidades coloridas

Por que existem tantos carros italianos vermelhos?
Nas primeiras competições automóveis internacionais, os carros participantes distinguiam-se por cores. O azul para a França, o cinzento para a Alemanha, o verde para a Inglaterra, o vermelho para a Itália e por aí fora. Acontece que, esta prática começou a cair em desuso, sobretudo quando se tornou prática comum «cobrir» os veículos com publicidade. Foi em Itália que mais e melhor se preservou esta «tradição cromática», até mesmo nos automóveis de estrada. Por conseguinte, os monolugares da Ferrari ainda conservam a cor vermelha e os desportivos italianos são, regra geral, desta cor.

14 julho, 2005

Para Comentar

«A lamentável exoneração do General Garcia Lopes, como responsável pelo Projecto EFTA para Rabo de Peixe continua a causar os mais diversos comentários. As notícias vindas a público e as que circulam nos habituais bastidores, culpabilizam os mixordeiros da política, especialistas nas cunhas e arranjinhos resultantes do compadrio partidário, sempre prontos a sacrificar pessoas, mesmo que sejam personalidades de alto gabarito, desde que tais nojentas atitudes lhes tragam niscas de putativos poderes. Depois, é o que se vê : concursos anulados, nomeações ilegais, providências cautelares, projectos parados e as inevitáveis vítimas desses sujeitos, que fazem da intriga e da chafurdice imoral um constante onanismo.»

Jorge Nascimento Cabral, quarta-feira, 6 de Julho, no Correio dos Açores.

P.S. Será que o senhor Nascimento Cabral pode divulgar o nome dos "mixordeiros da política" ? Só queremos saber se "eles" estão à esquerda ou à direita :)

12 julho, 2005

Queimados vivos

Se tivessem um sub-solo rico em "ouro negro", lá estariam os americanos a libertá-los da opressão dos rebeldes. Mas, como este caso não interessa, que se danem os congoleses.
Kinshasa - Cerca de 39 pessoas foram queimadas vivas numa aldeia da República Democrática do Congo por rebeldes ruandeses, como castigo pelo apoio dado às forças de manutenção da paz da Organização das Nações Unidas (ONU).
A mesma fonte, Sylvie van den Wildenberg, disse que o ataque, que decorreu no último sábado, atingiu, sobretudo, crianças e mulheres, avançou esta terça-feira o jornal «Público», citando a Reuters.«A maior parte são mulheres e crianças», revelou a porta-voz, acrescentando que «algumas pessoas afirmam que foi uma retaliação por um recente ataque do exército congolês aos rebeldes. Outros afirmam que foi para desencorajar o apoio à presença crescente da missão das Nações Unidas», presente na região do Congo.Em deslocação ao local do massacre, membros da ONU disseram que as cabanas foram reduzidas a cinzas: «As cinzas estavam no local onde se erguiam dez cabanas, havia um par de valas comuns, onde foram enterrados», informou um elemento da equipa.As forças da ONU, acusadas de não protegerem as populações civis da República Democrática do Congo, decidiram intensificar as suas acções este ano, algo que não terá sido aceite de forma pacífica por parte dos rebeldes ruandeses.

06 julho, 2005

Umas anedotas à "borlix"

Ainda me doi o abdómen de tanto rir. Não creio que os jornalistas que construiram e fizeram fermentar essas notícias, sejam tão ingénuos ao ponto de acreditarem em tudo o que lhes é dito. Se o Dr. Alberto João Jardim diz que não quer os chineses e indianos a invadir o nosso pais, eu não quero o Sandro G. a profanar o nome da minha Vila. Como diriam os ilhéus marienses "bei bei bei, o Sandrinho a ordenhar cabras e vacas? Dá para acreditar?

30 junho, 2005

Adeus Senhor General

Este texto foi extraido daqui.
"Luciano Garcia Lopes, o general na reserva escolhido para gerir o projecto EFTA (Instrumento Financeiro do Espaço Económico Europeu) em Rabo de Peixe, foi afastado de funções pelo Governo da República.
A nomeação envolta em ilegalidades leva a que um despacho subscrito pelos ministros das Finanças e do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional afaste o gestor do projecto.Este despacho revoga assim o do anterior Governo da República que nomeava Garcia Lopes para o exercício daquelas funções com base na existência de “ilegalidades” no processo que colocou o militar reservista à frente deste projecto de luta contra a pobreza na Vila de Rabo de Peixe. Os actuais ministros Campos e Cunha e Francisco Nunes Correia apontam o dedo à forma como decorreu o concurso para a selecção do referido gestor, em Fevereiro de 2004. Neste caso uma Oferta Pública de Emprego, de que nem foi candidato Garcia Lopes. Na altura, o júri deu como vencedor do concurso uma outra pessoa, com base numa análise curricular e entrevista que o Ministério da Habitação veio a vetar, por alegadamente discordar da pessoa em causa para liderar o projecto na localidade açoriana.O Governo da República vetou a escolha inicial do júri, mas depois não criou condições para abrir o caminho a Garcia Lopes. Primeiro porque não anulou o concurso (a tal Oferta Pública de Emprego), segundo porque não cumpriu um artigo fixado no Estatuto da Aposentação que obriga à autorização especial do ex-primeiro ministro Santana Lopes que, embora prometida e necessária por se tratar de um reservista das Forças Armadas, acabou por não ser passada face à crise política de então, gerada pela dissolução da Assembleia da República. Resultado: a pessoa preterida para o cargo não se conformou e avançou com uma providência cautelar, através de duas acções no Tribunal de Lisboa, acabando por ganhar a causa".
Senhor General, após estes desenvolvimentos atordoantes quero dizer-lhe que o senhor é dos poucos inocentes de toda essa tramóia. Tanto quanto eu, sabia desde o princípio que este era um projecto que estava inquinado por agudices partidárias e, quando assim é, o que nasce torto tarde ou nunca se endireita. Se agora está a viver a personagem de exonerado por ilegalidades cometidas no concurso, já sabe o que é ser-se preterido ilegalmente? Li os seus parcos comentários no Açoriano Oriental e, sinceramente, partilho da sua opinião. Também sabe que até às eleições não haverá novo gestor, logo perder-se-ão mais alguns meses de O.G.N.C. O conflito de interesses, os clientelismos, o tráfico de influências e as mordomias continuarão a ditar o rumo dessa montanha euromilionária. Acho incrivel que se fale de optimismos no meio de todo esse imbróglio, principalmente quando os "optimistas" são os verdadeiros causadores desta diarreia politico-social. Só espero que os habitantes de Rabo de Peixe não saiam prejudicados com essa exoneração e que escolham alguém que, além de possuir predicados à altura das exigências, dê continuidade à simplicidade e coerência do general deposto.
Tendo muito mais para dizer, prefiro ficar por aqui, não sem antes enfatizar um ditado popular: " A mentira tem perna curta".

14 maio, 2005

...

Recolho-me nas profundezas do silêncio para protecção daqueles de quem gosto e admiro.

04 maio, 2005

Um insulto à pobreza

Ganhos anuais obtidos, apenas, na prática do desporto!

1. David Beckham (GBR/Real Madrid), 25 milhões de euros
2. Ronaldo (BRA/Real Madrid), 19,6
3. Zinedine Zidane (FRA/Real Madrid), 13
4. Christian Vieri (ITA/Inter), 12
5. Alessandro del Piero (ITA/Juventus), 9,5
6. Frank Lampard (ING/Chelsea), 9,4
7. Raúl González (ESP/Real Madrid), 9,3
8. Thierry Henry (FRA/Arsenal), 9,2
9. John Terry (ING/Chelsea), 8,6
10. Luis Figo (POR/Real Madrid), 8,5
11. Ruud van Nistelrooy (HOL/Manchester United), 8,46
12. Ronaldinho (BRA/Barcelona), 8,2
13. Olivier Khan (ALE/Bayern Munique), 8,095
14. Roy Keane (IRL/Manchester United), 7,92
15. Patrick Vieira (FRA/Arsenal), 7,8
16. Michael Owen (ING/Real Madrid), 7,5
17. Francesco Totti (ITA/Roma), 7,4
18. Sol Campbell (ING/Arsenal), 7,3
19. Michael Ballack (ALE/Bayern Munique), 6,83
20. Rio Ferdinand (ING/Manchester United), 6,42.

29 abril, 2005

Em nome de ECCE HOMMO

Fico indignado, até mesmo horrorizado, com muitas manifestações de fé e sacrifício durante as festas do Senhor Santo Cristo. De vários pontos de globo, principalmente da diáspora, estendem-se corredores de promessas onde, cada um à sua maneira, tenta "pagar" ao Divino toda a ajuda prestada. Longos dias de espera e grandes poupanças durante um ou mais anos atingem o auge quando se toca no antigo Campo de São Francisco. A roda do convento não pára um minuto. A entrega de crianças aos cuidados das freiras, deu lugar ao "comércio" de velas, terços e imagens do Senhor. Movidos pela religiosidade, muitos crentes oferecem os ombros para carregarem centenas de kg de cera, enquanto que outros, na sua maneira de encarar a festa, vestem-se a preceito para se perfilarem na passerelle das vaidades. A fé e a ostentação confundem-se por entre lágrimas, suspiros e sorrisos desguarnecidos que convidam as objectivas electrónicas. Sou católico e defendo que cada qual tem o direito de se manifestar de acordo com as suas convicções e orientações várias. Portanto, ou por fé, ou por vaidade, todos têm o seu lugar de intervenção e exibição nessas celebrações. Quando olho para joelhos e pés ensanguentados de muitos "pagadores de promessas", questiono-me acerca das suas necessidades. Será que vale a pena sujeitarem-se a tanta flagelação? Será que se sentem mais responsáveis por cumprirem uma promessa? Será que não existem outras formas de se agradecer à Divindade? Será que, a única forma de se retribuir um "favor" é mergulhar na dor física e psicológica? Cada um escolhe um meio para atingir um fim. Respeito a maneira “calvariosa” que muitos elegem para se redimirem ante o Magnífico. No entanto, não posso concordar com o extremismo das situações. Concordo que, para muitos cristãos, a dor é o veículo máximo escolhido para se dizer obrigado a Deus. Acredito que outros acreditam na sua absolvição através da dor. Mas, será que, na sua mais alta imponência, um Deus quererá cobrar o sofrimento humano como forma de solver um “compromisso”? Quem cumpre uma promessa dolorosa para com o sobrenatural, certamente estará em condições de responder a isso. Muitos dizem-me…”tens essa opinião, porque nunca passaste por situações aflitivas”. Até posso concordar, talvez dar o benefício da dúvida.
Por falar em benefício da dúvida, dizem que é a maior imperfeição criada pelo homem.

20 abril, 2005

A falta de higiene fala mais alto

A notícia publicada pelo Açoriano Oriental, não me chocou nem me deixou indiferente, em relação à realidade dissecada. Sob o título "Sarna ataca escolas de Rabo de Peixe", o anunciado reveste-se da mais inteira imparcialidade e exequibilidade, salvo raras excepções. Até à saída do artigo, muitos rabopeixenses desconheciam ou ignoravam, consciente ou inconscientemente essa ameaça muda, mas manifestamente preocupante. A infecção despontou há mais de três semanas e, segundo fontes locais, os primeiros casos foram diagnosticados como sendo alergias ditas normais. Atempadamente, a contaminação foi circunscrita, mitigada, mas não debelada. Contrariamente àquilo que afirma o Delegado de Saúde da Ribeira Grande, que por acaso vive em Rabo de peixe, a situação não está controlada, pois houve e continua a haver propagação da doença parasitária. Qualquer leigo sabe que, para combater eficazmente esses surtos pestivos é necessário, sem qualquer reserva, recorrer a medidas que passam pelo afastamento cuidado e controlado dos sujeitos contaminados, em relação a outros actores sociais. Assim, havendo a necessidade de se proceder à desinfestação dos espaços habitados pelos hospedeiros do ácaro Sarcoptes scabiei, não me parece que estejamos a caminho de uma solução eficaz e eficiente. O combate nas escolas, através da limpeza e quiçá esterilização de instrumentos não é, por si só, suficiente para a erradicação da doença, pois as crianças na sua área residencial ou no seu espaço habitacional convivem com outras pessoas que, invariavelmente, estão sujeitas ao contágio. Logo, para que fosse possível falar em controlo e minoração da doença, era preciso lavar e descontaminar muitas dezenas de lares. Como se sabe, isso não foi nem será feito!
Relativamente à intervenção e exigida prontidão, por parte dos representantes do EFTA, desconhece-se qualquer posição ou medida. Apenas quero relembrar que a escola onde se detectaram os primeiros casos de escabiose (sarna), está a ser alvo de estudos para a ampliação e ou remodelação estrutural, sendo a demolição da mesma uma realidade equacionada. Emergem algumas nuances de inércia ou impotência de operacionalidade visto que, no âmbito do O.G.N.C. existe um protocolo firmado entre o Governo da República Portuguesa e a Organização Mundial de Saúde.
É preciso não esquecer que o O.G.N.C., de entre inúmeros campos de acção contempla, no seu núcleo duro acções como:
Melhoria das condições residenciais, ambientais e de saúde dos moradores
Melhoria da qualidade do ambiente e da saúde pública;
Incremento da sensibilização pública para os problemas de saúde
Outros…

Como dizia Mateus Vulgata: “A fructibus eorum cognoscetis eos” – “Pelo fruto conheço a árvore”.

14 abril, 2005

O Silêncio dos "Inocentes"

A notícia publicada pelo Açoriano Oriental, não me chocou nem me deixou indiferente, em relação à realidade dissecada. Sob o título "Sarna ataca escolas de Rabo de Peixe", o anunciado reveste-se da mais inteira imparcialidade e exequibilidade, salvo raras excepções. Até à saída do artigo, muitos rabopeixenses desconheciam ou ignoravam, consciente ou inconscientemente essa ameaça muda, mas manifestamente preocupante. A infecção despontou há mais de três semanas e, segundo fontes locais, os primeiros casos foram diagnosticados como sendo alergias ditas normais. Atempadamente, a contaminação foi circunscrita, mitigada, mas não debelada. Contrariamente àquilo que afirma o Delegado de Saúde da Ribeira Grande, que por acaso vive em Rabo de peixe, a situação não está controlada, pois houve e continua a haver propagação da doença parasitária. Qualquer leigo sabe que, para combater eficazmente esses surtos pestivos é necessário, sem qualquer reserva, recorrer a medidas que passam pelo afastamento cuidado e controlado dos sujeitos contaminados, em relação a outros actores sociais. Assim, havendo a necessidade de se proceder à desinfestação dos espaços habitados pelos hospedeiros do ácaro Sarcoptes scabiei, não me parece que estejamos a caminho de uma solução eficaz e eficiente. O combate nas escolas, através da limpeza e quiçá esterilização de instrumentos não é, por si só, suficiente para a erradicação da doença, pois as crianças na sua área residencial ou no seu espaço habitacional convivem com outras pessoas que, invariavelmente, estão sujeitas ao contágio. Logo, para que fosse possível falar em controlo e minoração da doença, era preciso lavar e descontaminar muitas dezenas de lares. Como se sabe, isso não foi nem será feito!
Relativamente à intervenção e exigida prontidão, por parte dos representantes do EFTA, desconhece-se qualquer posição ou medida. Apenas quero relembrar que a escola onde se detectaram os primeiros casos de escabiose (sarna), está a ser alvo de estudos para a ampliação e ou remodelação estrutural, sendo a demolição da mesma uma realidade equacionada. Emergem algumas nuances de inércia ou impotência de operacionalidade visto que, no âmbito do O.G.N.C. existe um protocolo firmado entre o Governo d

05 abril, 2005

Por Que Será?

Arreda oportunistas
"Os fundos EFTA para Rabo de Peixe já estão a dar muito que falar (pelas piores razões). Se é para encher os bolsos da meia-dúzia do costume, mais valia deixarem tudo como está. De uma vez por todas, apela-se aos que já tanto comeram dos cofres públicos que dêem agora o lugar a outros que querem fazer mais e melhor. “Please”, deixem em paz os carenciados. “Please”, não apregoem obra em vão. “Please”, não aticem a garganta cá ao Argolas. E apela-se ao Governo socialista de Sócrates que - neste caso, ao menos neste caso - “please”, não caia na tentação de nadar em águas turvas".

In: Expresso das Nove - 01/04/2005

Icebergue à Deriva no Antárctico

É assim que vem noticiado na edição on-line do Expresso de hoje: "O maior icebergue do mundo está de novo à deriva após ter estado encalhado três meses, durante os quais impediu a passagem de navios com abastecimento para estações científicas no Antárctico, disse hoje fonte oficial. O gigantesco icebergue, conhecido como B15A, está a afastar-se lentamente da estação norte-americana McMurdo Sound, cujo acesso tinha bloqueado, segundo Lou Sanson, chefe da estação científica governamental neo-zelandesa na Antárctida, localizada perto. O icebergue, de 160 quilómetros e com água suficiente para alimentar o rio Nilo durante 80 anos, tinha bloqueado a passagem de correntes marítimas e vento até ao braço de mar onde se encontram as estações, causando um aumento de gelo que impedia o movimento dos navios com alimentos e combustíveis. O bloco de gelo também ameaçou colónias de pinguins, agora com dezenas de milhares de crias para alimentar e com a necessidade de procurar comida a 180 quilómetros de distância. Antes do B15A ter encalhado, em Janeiro, os cientistas receavam que ele embatesse num glaciar de 70 quilómetros situado perto da estação norte-americana. O icebergue está a aproximar-se agora daquele glaciar a uma velocidade de cerca de um quilómetro por dia, mas parece improvável que venha a colidir com ele, segundo Sanson".

04 abril, 2005

Óhhh Colega Isso Não Tá Pago

Há algumas semanas atrás fui "prá night", para fugir ao stress diário do meu trabalho. Da pequena/grande escolha que nós temos, saiu-me o Bar Karamba na rifa. Cuidado, não é o de Cancun, é o de Ponta Delgada, embora ache que o nome do "nosso" tenha sido germinado a partir deste. "Boa noite", entregaram-me o cartão de consumo e entrei. Empurrões daqui, bafios tresandando a vómito dali, e lá continuei a abrir caminho. Como o calor era insuportável, subi as escadas que dão acesso ao primeiro piso para ver se fazia valer a minha intenção de "curtir" aquela night. Dirigi-me ao bar, pedi um vodka/Red-Bull com duas pedras de gelo...claro, não fosse a menina encher o copo de gelo, como noutras vezes passadas. É assim, se um gajo não está de olho aberto servem-nos gelo com bebida, quando, supostamente, deveria ser ao contrário. Agarrei no copo, avancei mais uns passos e estacionei no primeiro anel que circundava o núcleo dançante da pista. Quando dei por mim estava a assistir a um verdadeiro mercado de comercialização de tusa tanto masculina, como feminina, onde alguns rurais se atiravam a umas estrangeiras semi-embriagadas. Então era assim: um deles, decidido, fazia uma investida tipo Zé Zé Camarinha, a gaja ria-se, ria-se, ria-se e quase que batia com a sua cabeça nas das amigas. Havia um que, parecendo-me mais sóbrio e menos atiradiço, servia de intérprete à matilha. Era recadinho para cá, recadinho para lá e o mirones eram já em grande número. Um dos rurais até abriu o seu camiseiro até meio, não fossem os seus créditos de virilidade desacreditados, ali mesmo. "Comer" uma daquelas tipas seria um troféu inesquecível , onde o "vencedor" passaria a ser respeitado pelos seus súbditos fieis - como macho dominante a liderar um grupo de rebarbados. O tiro saiu-lhes pela culatra, porque entretanto chegaram os amigos das estrangeiras, também estrangeiros, e começou o chavascal nórdico. Aborrecidos e destrunfados, os campóneos "levantaram a tenda e foram pregar para outra freguesia". Numa intra-gargalhada fui buscar mais um copo e decidi pagar, pois a partir de determinada hora começam a fazer fila. A menina, franzinha no aspecto, recebeu o dinheiro, carimbou o meu passaporte de saída e devolveu-me o troco. Fiquei mais um pouco, mas o ambiente estava a ir de mal a pior portanto, decidi ir embora. Chegado à porta de saída entreguei o cartão ao porteiro, que estava todo sorridente e a mascar pastilha elástica como uma vaca que come palha pela primeira vez, e desejei-lhe boa noite. Disse-me ele num ar arrogante : "óhhh colega isso não está pago". Por três segundos pensei ...porra mas eu acabei de pagar, será que aquela pantouca da empregada não registou o pagamento? Ele novamente: "tem de ir pagar isso, se bebeu tem de pagar". Fiquei com o veneno em franja e disse-lhe educadamente ...já lhe disse que acabei de pagar, portanto se há algum problema esse não é meu ok. Entretanto algumas pessoas estavam a presenciar a cena e, se calhar, dizendo..."mais um que quer beber "à pala". Finalmente convenci o gajo a verificar, clinicamente, o cartão e, graças a Deus, o vesgueta lá descortinou os vestígios do carimbo num canto do cartão. Já todo f..... com a situação aconselhei-o, ironicamente, a ter mais cuidado com esse tipo de interpelações e que cumprisse o seu trabalho discretamente. O gorila com cérebro de lagarto e com vocabulário reduzido a 30 palavras, apenas me disse que não tinha culpa e que o problema não era dele. Nem pediu desculpas pelo incidente...grande asno. De quem é a culpa? Ora, o problema foi gerado pela incompetência de muita gente que usa a sua corpulência ou o corpinho esbelto para fazer tudo o que lhes dá "na gana". Os problemas dessa natureza são gerados pelos oligopólios de diversão nocturna, que não deixam muita margem para uma concorrência leal e saudável. Basta recorrermos às recentes cenas de pugilato que foram desencadeadas entre gorilas do Karamba e os do Fair Play. Será que nunca se apuraram as verdadeiras causas de tal contenda? Não terá sido a "dôr" de partilha dos oligopólios entre esses espaços que levou à guerreia? Fico triste por saber que, o que se passou comigo, passa-se com muitas pessoas que são alvo de grosserias e palermices de outros que, por pura insolência e arrogância, pensam que são muito bons naquilo que fazem, logo são insubstituíveis, acham. Contudo, esses espaços continuam sempre cheios e sem o mínimo de condições de segurança. Vamos lá ver se isso muda nos próximos anos, aguardo pacientemente.