PARA QUEM NÃO ACREDITA EM UTOPIAS, NEM VENDE AS SUAS LIBERDADES A TROCO DE GAIOLAS DOURADAS!
28 julho, 2006
Pela Negativa
27 julho, 2006
O iate está abandonado
17 julho, 2006
Há cada história
Um australiano que alega ter tido relações sexuais «com a mulher errada» depois de entrar num quarto escuro na casa da editora de uma revista de Sydney foi acusado de violação, noticia o Daily Telegraph.
Paul John Chappell, de 31 anos, foi convidado pela editora a ir até casa dela depois de se terem encontrado numa saída nocturna. O par foi para a cama e Chappell levantou-se depois para ir até à casa de banho. Mas no regresso ao quarto, Paul alega que se enganou na porta e entrou no quarto onde a companheira de casa da editora, de 23 anos, dormia.
Entrou para a cama e iniciou o acto sexual, alegadamente acreditando que estava com a outra mulher. A companheira de casa colaborou porque pensava que era o namorado que tinha ido para a cama, após ter adormecido no sofá.
Só quando acendeu a luz é que se apercebeu que era Chappell que lá estava e não o namorado, que continuava a dormir no sofá.
A rapariga acusa-o agora de violação. Chappell garante estar inocente e o argumento a utilizar pela defesa é que «tudo não passou de um engano. Ele cometeu um erro. Entrou no quarto errado e teve relações sexuais com a pessoa errada».
Em declarações à polícia, a editora afirmou que Chappell estava «muito bêbeda» quando chegaram a casa e que quando foram para a cama ela recusou-se a ter sexo.
O julgamento está marcado para a próxima semana.
04 julho, 2006
Iate dá à Costa
22 junho, 2006
AJURPE
Uma abordagem brilhante, só podia
"Às vezes fica-se com a ideia de que quem escreve nos jornais pensa que sabe tudo. Quando Pinto Balsemão foi proposto para primeiro-ministro, o Jorge Cabral, com o conhecimento de causa que se lhe reconhece, disse-me que não lhe augurava grande futuro nessas funções porque, como jornalista, sabia um pouco de tudo mas não era especialista em nada. Pareceu-me uma boa definição, confirmada pela passagem efémera de Balsemão pelo cargo. O assunto que trato hoje é demasiado sério para que me bastasse esse tal saber de tudo um pouco. Acerca de Medicina sei apenas aquilo que faz parte da cultura geral, e por isso tive o cuidado de ouvir a opinião de um amigo médico continental, que tem um coração do tamanho da vida. Mas ele não se contentou em dizer-me o que sabia, e pediu parecer a um dos maiores especialistas portugueses nessa área. (Esta explicação prévia era importante, para que não houvesse quem pensasse que eu estava a arriscar-me por caminhos para os quais não tenho pés para andar.)Nunca pedi um favor pessoal a Carlos César. Mas, hoje, e embora eu nem sequer tenha gente conhecida nas condições do exílio referido no título, é como se o fizesse. E por isso invoco tudo o que nos une há muito tempo, quer a amizade quer os ideais políticos, para que ele e o seu Governo levem muito a sério o que sugiro. Mais do que sugerir, aquilo que peço, e, se for preciso, suplico.Uma das situações de doença em que mais me aflige pensar é a de quem necessita de hemodiálise. Vidas presas pelos tubos de uma máquina, três vezes por semana. Vidas que se acabam em pouco tempo, se não puderem dispor desse substituto das funções renais. E por isso se exilam da sua ilha quando nela não há serviço de hemodiálise, o que é o caso da maior parte delas. Sei de uma senhora das Flores que viveu os últimos catorze anos na Terceira. E sei de outra de Santa Maria que está desterrada na Ribeira das Tainhas. Sobre estes dramas, ou se escreveria um livro ou não poderá dizer-se nada...O que explicou o especialista que referi pode resumir-se simplesmente no seguinte: uma solução para estes casos não passa de uma opção política. Actualmente, há unidades de hemodiálise que podem ser instaladas até em casa do próprio doente. Essas máquinas requerem cuidados especiais, sobretudo no que respeita à sua manutenção e à água que nelas é utilizada, o que todos nós ficámos a conhecer bem pelo triste caso de Évora. Mas a ideia não tem nada de absurda nem sequer de irrealizável. É tudo uma questão de opções. Por exemplo, a manutenção de cada uma das vinte e oito equipas desportivas açorianas em campeonatos nacionais custa incomparavelmente mais do que uma dessa unidades de hemodiálise. Parte do que gastam as nossas Câmaras Municipais em festas seria uma ajuda inestimável, porque este é um sacrifício económico que requer o esforço de vários responsáveis políticos. E entre os próprios familiares dos doentes seria fácil encontrar quem pudesse aprender a técnica requerida, embora, naturalmente, conviesse haver especialistas que acompanhassem regularmente a situação.No fundo, trata-se de saber se há princípios cristãos que podem ser transpostos para a política, ou se o bem-estar de um cidadão vale por meia dúzia de votos perdidos, porque uma equipa desceu de divisão ou porque na festa cantou menos um ídolo nacional. Ou se a alegria de um golo ou o prazer de um espectáculo de música vale o mesmo, embora oposto, que o sofrimento de um desses irmãos nossos.Já disse mais do que o necessário. Mas, sinceramente sofrendo um pouco por esses exilados à força, espero, como nunca, deferimento para o que aqui peço. Suplico."
18 junho, 2006
Limpeza da Orla Marítima


Apesar de tudo, e ao contrário de algumas ideias propaladas, o lixo ainda se faz sentir na Orla Marítima. O CNRP continuará a fazer o seu trabalho e quem quiser colaborar é sempre bem-vindo.
Nota: As fotos referentes à recolha das caixas azuis foram captadas por Miguel Andrade
17 junho, 2006
14 junho, 2006
Poluição Na Orla Marítima
08 junho, 2006
"Tempus Fugit"
29 abril, 2006
26 abril, 2006
25 Abril 2006
Dos intérpretes das canções o melhor a dizer. Talentosos, briosos, crentes e graciosos. Todos se esgrimiram pelo almejado primeiro lugar, apenas um o conseguiu. O puto “dos ratos” com a sua dinâmica, vivacidade, e gloriosa presença em palco arrebatou-o. Palavras gagas e inseguras também animaram o povo boquiaberto. Pena foi o som ter estado sob a mestria de algum sismógrafo, subia-se e descia-se a intensidade do volume dos microfones de voz com leve rapidez. No fim a interpretação vencedora encheu a sala, fez os restantes concorrentes e público assistente vibrarem. As celebridades abandonaram o recinto. Veremos se esta gala conhecerá novos percursos. Oxalá que para o ano, tenhamos a felicidade de ver umas celebrações da Nossa Vila mais coloridas. Mas para isso, como diz e muito bem o nosso presidente, quem não tem cão caça com gato. Dizemos, há gatos que caçam muito melhor que muitos cães :)
06 março, 2006
Heráldica Rabopeixense


05 dezembro, 2005
Ajudem s.f.f.
Menino de treze anos sofre de tumor cerebral
Povo une-se em prol de Hugo
A população da Ribeira Grande e Gramas de Baixo juntaram-se para auxiliar os pais de Victor Paixão. A campanha de sensibilização surgiu através das professoras, Cidália Garcia e Lurdes Valentim, que trabalham no ATL/J, da Ribeirinha, no concelho de Ribeira Grande. As docentes prontificaram-se a espalhar panfletos pela comunidade e pelos espaços comerciais.
De acordo com Maria Oriana, o seu filho “só foi para o continente com a ajuda das vizinhas que se juntaram todas e deram--nos dinheiro para auxiliar o Victor”, disse.
Problemas financeiros
Actualmente, a mãe do menino encontra-se em licença de maternidade, dado que, há um mês atrás, teve um bébé. Maria Oriana disse ainda que antes de ter o bébé, já estava de baixa médica porque teve uma gravidez de alto-risco.
Com três filhos, Maria Oriana lamenta não ter acompanhado o seu filho para o continente.
Todavia, Victor Paixão está acompanhado pelo pai, que teve que solicitar também baixa médica para acompanhar o filho durante os exames clínicos no continente. Face às despesas, a família de Victor Paixão enfrenta agora problemas financeiros. Entretanto, o estado actual da moradia constitui outra das lacunas da família de Victor Paixão.Em causa, está o facto da casa ser “muito fria”, o que dificultará a estadia de Victor nesta, dado que “os médicos nos informaram que o Victor não pode apanhar frio”, sublinhou a mãe. Para colmatar este problema, a família do menino solicitou apoio à Junta de Freguesia da Ribeirinha. Aguardam agora resposta por parte desta. A vinda do menino a São Miguel tem como intuito passar a quadra natalícia com os seus membros familiares. Porém, após o Natal, Victor Paixão irá regressar ao continente para dar continuidade aos tratamentos.
Como ajudar o Victor Hugo?
Era uma vez um menino igual a todos os outros meninos do ATL/Jovem da Ribeirinha...
Era divertido, inteligente, cheio de sonhos e muito,
muito meigo. Um dia este menino teve a infelicidade de ficar doente.
Foi para o continente fazer tratamentos, que só “gente grande” faz. Neste momento, o Victor precisa muito do nosso apoio e do apoio de toda a gente.
Por favor contribua para a conta nº 0690010776300 da Caixa Geral de Depósitos.
Não se esqueça: amanhã podemos ser nós a precisar!!
18 novembro, 2005
Despesismo
16 novembro, 2005
Calinadas

07 novembro, 2005
Obras e Serviços
"Já ouviram falar de Rabo de Peixe?
Rabo de Peixe é uma vila situada na ilha de São Miguel, nos Açores. É a vila mais pobre de Portugal e até uma das quatro mais pobres da União Europeia. De facto, vive-se lá uma situação social dramática. Apesar dos inúmeros incentivos financeiros, a situação parece não melhorar… a vila precisa de ajuda "no terreno". Não de alguém que lhes dê o "peixe", mas de quem vá lá e os "ensine a pescar"! Esta é a filosofia do projecto "Rabo de Peixe Sabe Sonhar!", iniciado o ano passado. Por iniciativa dos Padres Jesuítas, Paulo Teia, Hermínio Vitorino e António Júlio Trigueiros, e com a excelente colaboração das Irmãs Escravas do Sagrado Coração de Jesus, nomeadamente da Irene Guia, montámos uma Colónia de Férias para 90 das muitas crianças daquela que é também uma das vilas mais jovens do país! O projecto pretendia, por um lado, ajudar as crianças, dando-lhes um tempo de crescimento saudável. E, por outro, mostrar-lhes que nem toda a gente que as educa lhes deixa nódoas negras no corpo, que se pode acordar e não se ter que pensar em arranjar algo para comer, que se pode confiar nalgumas pessoas, que nem todos os meninos da idade deles se drogam… Por outro lado, investir na instrução dessas crianças, o futuro da vila. Explicar, também, que há outras formas de "ganhar a vida" e de trabalhar sem ser exclusivamente no "mundo da pesca"; que nem todos os meninos têm que vir a ser homens que passam muitas horas nas tabernas, e que as meninas não têm que ser só "domésticas"quando crescerem…. Em Agosto de 2004, 40 universitários dos centros universitários CUPAV, CREU-IL, CUMN e CAB, alguns animadores da VILA DE RABO DE PEIXE e outras pessoas convidadas ofereceram parte das suas férias, para dar a primeira escova de dentes à Rita; dizer à Mafalda que havia um dia muito especial, no qual fazia anos, e que queríamos festejar esse dia com ela, (era a sua primeira festa de anos). Curar o Lisandro de algumas feridas que se vêem e de outras que estão escondidas; pedir ao Elson, de 8 anos, que em Setembro próximo, não fosse para as obras mas tentasse novamente concluir a 1ªclasse; e ao Hélder que não cortasse os pulsos em apostas para ganhar dinheiro, porque se estudar, um dia vai conseguir ajudar a mãe como gostaria… Foi a estes e a todos os outros que nos rendemos, e o projecto mostrou ter muito sucesso. De facto, o impacto da Colónia de Férias que lá realizámos foi inacreditável, não só nos miúdos, como nos monitores! De tal forma que um projecto, inicialmente pensado para se realizar uma só vez, parece ter ganho velocidade e hoje é impossível pará-lo! Em Agosto deste ano lá nos lançámos nós,
outra vez, na aventura de mais uma Colónia de Férias "Rabo de Peixe Sabe Sonhar", agora para 127 crianças e 43 animadores: 10 dos Açores e 33 do Continente. Este ano para além da presença dos Padres Paulo Teia e Hermínio Vitorino e da Irmã Irene Guia, tivemos as óptimas colaborações do P. José Frazão, sj, e da Irmã Rita Cortês, também ela Escrava do Sagrado Coração de1 Jesus. Valeu a pena mais esta Colónia de Férias, porque notámos, entre outras coisas, que as crianças e adolescentes que já tinham participado na Colónia, no ano de 2004, este ano já estavam mais calmas, mais participativas e receptivas, mais comunicativas, e que já tinham percebido bastante do espírito e dinâmica da Colónia. Isso deu-nos muita alegria e motivou-nos para continuar a apostar ainda mais e melhor! Não podemos esquecer de agradecer o grande apoio da Comunidade local de S. Miguel, de um modo particular da Vila de Rabo de Peixe, que nos facilitou muito a realização destas duas iniciativas. Como uma das voluntárias, apenas posso dizer que vi o paraíso! Agradeço por cada um dos miúdos e pela inexplicável experiência espiritual e pessoal. Sem dúvida, a felicidade dividida multiplica-se… É o mistério que nos move! Temos essa missão: não só de os acompanhar por 10 dias, para tentar remediar graves problemas mas, muito mais fundo que isso, queremos e trabalhamos para um futuro diferente para a Vila de Rabo de Peixe… Esse futuro sustentável e saudável da Vila é difícil mas possível! Só é preciso querer e mais que tudo CRER!"
Teresa Nazareth
Voluntária do CREU-IL
27 outubro, 2005
Descortinando
A carta foi dirigida à dr.ª Maria do Céu Estrela, candidata pelo PS à Junta de Freguesia da Vila de Rabo de Peixe. 21 setembro, 2005
O dinheiro continua igual a si próprio
14 setembro, 2005
La Fontaine dos Tempos Modernos
- Olá amiga, vou passar o Inverno a Paris. Será que tu poderias cuidar da minha toca?
- Claro, sem problemas, respondeu a formiguinha.. Mas o que te aconteceu? Como é que conseguiste dinheiro para ir a Paris e comprar esse Ferrari?
E a cigarra respondeu:
- Imagina tu que eu estava a cantar num bar, na semana passada e um produtor ouviu e gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer vários shows em Paris.... A propósito, a minha amiga deseja algo de lá?
Respondeu a formiguinha:
- Desejo sim. Se encontrares por lá um tal La Fontaine (autor da fábula original), manda-o ir para a Puta que o Pariu...!!!!
Moral da História:
"Aproveita a vida, sabendo dosear o trabalho e o lazer, pois o trabalho em demasia só traz benefícios nas fábulas do La Fontaine e ao teu patrão."
(esta foi-me enviada pela minha prima Antónia)



