PARA QUEM NÃO ACREDITA EM UTOPIAS, NEM VENDE AS SUAS LIBERDADES A TROCO DE GAIOLAS DOURADAS!
03 setembro, 2007
Faz o que eu digo, não o que...
02 setembro, 2007
Por Tabela
30 agosto, 2007
Hino dos Açores
Deram frutos a fé e a firmeza
no esplendor de um cântico novo:
os Açores são a nossa certeza
de traçar a glória de um povo.
Para a frente! Em comunhão,
Pela nossa autonomia.
Liberdade, justiça e razão
Estão acesas no alto clarão
Da bandeira que nos guia.
Para a frente! Lutar, batalhar
Pelo passado imortal.
No futuro a luz semear,
De um povo triunfal.
De um destino com brio alcançado
Colheremos mais frutos e flores;
Porque é esse o sentido sagrado
Das estrelas que coroam os Açores.
Para a frente, Açorianos!
Pela paz à terra unida.
Largos voos, com ardor, firmamos,
Para que mais floresçam os ramos
Da vitória merecida.
Para a frente! Lutar, batalhar
Pelo passado imortal.
No futuro a luz semear,
De um povo triunfal.
29 agosto, 2007
"Pequena" Artilharia
Foto Retirada daqui28 agosto, 2007
Maré 2007
Limpeza e Remoção de Dejectos
21 agosto, 2007
O Clube K e a Galinha dos Ovos de Ouro
Através de requerimento apresentado à Assembleia Legislativa Regional pelos senhores deputados António Pedro Costa e José Manuel Bolieiro, foram levantadas pertinentes questões que tinham a ver com os apoios destinados aos agrupamentos desportivos de Rabo de Peixe. O documento pode ser consultado aqui.
Em resposta a esse mesmo requerimento, o gabinete do sr. Secretário Regional da Presidência emitiu o que pode ser consultado aqui.
Da sua análise, bastante clara e objectiva, depreende-se que, o clube k, na época desportiva 2006/7 recebeu, ao abrigo da intervenção específica em Rabo de Peixe quase 150,000,00 euros, destinados à participação das equipas sénior masculina e feminina nas divisões A2 e A1, respectivamente. Os restantes apoios financeiros que o referido clube recebeu (16.265,25 euros), não se enquadram na medida específica para Rabo de Peixe.
O que me intriga é ser dito que "as actividades desenvolvidas por esse clube em particular ao nível dos seus escalões de formação(e posterior integração desses jovens nas suas equipas de participantes na competição nacional) se têm destinado aos jovens de Rabo de Peixe e se desenvolvem na mesma localidade, sendo como tal enquadradas nos objectivos definidos nesta acção". Que me desculpe o dr. Hermenegildo Galante, mas isso é conversa de treta. Não corresponde minimamente à realidade verificada. Só para reavivarmos a memória de muita boa gente, a equipa sénior de masculinos, na referida época desportiva contou apenas com a participação de um açoriano, um mariense. Onde estão os valores de Rabo de Peixe? Estão no papel, pois apenas servem para captar financiamento, essa é que é a verdade!
Se me permitem, uma sugestão: venham ao terreno ver quais os clubes que trabalham em Rabo de Peixe e apoiem-nos. Façam um rácio custo/benefício no que se refere a esses clubes que apenas usam Rabo de Peixe para criar galinhas de ovos dourados. Avaliem a quantidade de jovens que o Clube Desportivo de Rabo de Peixe e o Clube Naval de Rabo de Peixe movimentam e comparem com os montantes que recebem de apoios governamentais. Observem os gaviões dos subsídios e vejam quantos rabopeixenses andam, efectivamente, a jogar e a treinar diariamente - uma miséria, pouquíssimos. Por favor, apoiem quem trabalha e quer melhorar a face desportiva, quer na terra como no mar, em Rabo de Peixe.
20 agosto, 2007
13 agosto, 2007
Tribunal. Não Havia Necessidade!
O QUE DIZ A LEI (alteração efectuada a propósito de Barrancos)31 julho, 2007
Internet em Rabo de Peixe
21 julho, 2007
Pela Negativa II
por LPS
Comando da Polícia de Segurança Pública de Ponta Delgada anunciou que três elementos da esquadra de Rabo de Peixe foram agredidos por dois homens, de 17 e 20 anos, durante uma operação policial.
As agressões aos polícias resultaram em ferimentos ligeiros nos agentes, que conseguiram proceder à detenção dos agressores, que ficaram detidos e vão responder pelos crimes de agressão e coacção aos agentes da autoridade".
19 julho, 2007
Natalino, novo Líder?
19-07-2007
por: PAULO FAUSTINO
"Está a crescer um movimento de apoio, sobretudo a partir de São Miguel, para que Natalino Viveiros volte à ribalta política e se recandidate à liderança do PSD/Açores.
Para já, de forma declarada, o presidente da Concelhia do PSD de Vila Franca do Campo e chefe do município local, Rui Melo, assume a rotura. E garante que não se revê no estilo de liderança de Carlos Costa Neves, nem na acção da Comissão Política Regional. A isso acresce a sua disponibilidade para “apoiar pessoalmente Natalino Viveiros”, se este decidir avançar pela terceira vez à presidência do partido na Região. É motivo de descontentamento para Rui Melo constatar que, com a liderança de Costa Neves e de Clélio Meneses - este último ao nível parlamentar -, “o partido está barricado na Terceira, sem ter uma acção mobilizadora das bases em todas as ilhas”. Mas há também, como frisa, uma “grande preocupação” dos militantes que assistem ao “desmoronamento da social democracia nos Açores”.
Ainda há uma semana, apurou o Açoriano Oriental, largas dezenas de filiados provenientes de todos os concelhos da ilha participaram num encontro no Teatro Miramar em Rabo de Peixe, onde exprimiram preocupação com o rumo e situação do PSD. Trata-se do maior partido da oposição no arquipélago, mas há quem o considere “adormecido” e com um líder que “fala com os instalados e não dialoga com os críticos”. Para alguns desses, Costa Neves é associado a uma figura que, mesmo esforçada e tendo um currículo invejável, “não cola” e acaba por ser “abafada” pelo líder do PS/A e do Governo Regional, Carlos César.
Contra Costa Neves pesa outro facto, mais recente: o apoio que deu ao líder nacional do PSD, Marques Mendes, mesmo quando a liderança deste saiu abalada após a derrota sofrida nas eleições para a Câmara Municipal de Lisboa. Mas há ainda outros indícios de uma crise interna que se abre no partido. É o exemplo de um documento que nunca chegou a vingar - cuja existência é confirmada por Costa Neves - mas que foi posto a circular por dois destacados militantes da Concelhia de Ponta Delgada (Pedro Faria e Castro e Reinaldo Arruda), questionando se o próprio Costa Neves teria condições para continuar a presidir ao partido, sendo arguido no caso Portucale -que se reporta ao tempo em que era ministro da Agricultura no anterior Governo da República. Para a facção crítica da actual liderança, Natalino Viveiros surge como a alternativa que pode colocar um ponto final à “resignação”. Hipótese que ganha força, sobretudo com o prestígio que granjeou com a condecoração que recebeu no Dia dos Açores.
Em Dezembro de 2005, recorde-se, o então candidato Natalino Viveiros obteve 35% dos votos no congresso do PSD/A, o que não foi suficiente para levar de vencida Costa Neves. Hoje, o antigo número dois dos governos de Mota Amaral diz que uma eventual candidatura à liderança do partido “não é um assunto nem aberto, nem fechado”. Pelo menos enquanto não se marcar por ocasião do Conselho Regional de Setembro as tão desejadas eleições directas, que se concretizarão em Outubro ou Novembro. Até lá, Natalino coíbe-se de produzir opiniões, incluindo sobre a liderança da actual direcção.
Perante as movimentações que apontam novamente para o “duelo” com Natalino Viveiros, Costa Neves diz-se “encantado da vida” e reafirma a intenção de concorrer outra vez à liderança do PSD/A e ser candidato a presidente do Governo nas Regionais de 2008. Quanto ao resto, “depende da vontade dos militantes”. Afirma não se aperceber de “divergências de fundo”, mas havendo-as “as pessoas estão no seu direito”, porque “há oxigénio dentro do partido”. “Se a ambição pessoal, legítima, de uma vida passa por esta candidatura, não posso, nem devo limitá-la”, sublinhou ao Açoriano Oriental, enfatizando que tem estado “junto das bases” e sido “bem recebido”. O PSD de São Miguel estará hoje reunido em Assembleia de Ilha, com a participação da direcção regional, e o possível avanço de Natalino promete ser incontornável no encontro. Berta Cabral e Vasco Garcia não comentam".
18 julho, 2007
Quem é que nos estigmatiza?

"Zona balnear de qualidade pouco divulgada
18-07-2007
por RLM
Os bons exemplos também são notícia. Neste caso estão as piscinas naturais das Calhetas de Rabo de Peixe, zona balnear que merece ser mais divulgada e visitada.
De fácil acesso, com parque de estacionamento logo ali, impecável e permanentemente limpa, com assistência a banhistas e com um mar limpo, aquele espaço detentor de Bandeira Azul tem todas as condições para ser experimentado por quem gosta de ir a banhos.
Contra si tem talvez o facto de não ser obviamente visível da estrada regional e de se situar naquele lugar da “afamada” vila de Rabo de Peixe, localidade que não tem propriamente grande tradição nos roteiros turísticos da ilha."
In: Acoriano Oriental do dia 18/07/2007
Só uma explicação: Calhetas é uma freguesia do concelho de Ribeira Grande, não um lugar de Rabo de Peixe. Como diria o "outro"......daaahhhh
16 julho, 2007
13 julho, 2007
Tudo em Complot
12 julho, 2007
Tubarão no Porto
Foto: Porto de Pescas de Rabo de Peixe
09 julho, 2007
Em Flagrante Delito
26 junho, 2007
Bandeira Azul - Calhetas
25 junho, 2007
Outra Vez os Gueixos

P.S. Parece-me que o vídeo foi adicionado ao You-Tube no dia 26/05/2007 e não "agora" como referido na notícia do AO.
24 junho, 2007
Entrevista Projecto EFTA
21 junho, 2007
Sismo 1980 - Ilha Terceira
Publicidade Rasca
20 junho, 2007
Apoios Desportivos
19 junho, 2007
14 junho, 2007
Sinalização
Fonte da foto: AO de 14/06/2007
12 junho, 2007
Monstros poluentes
28 maio, 2007
Américo Natalino Homenageado
26 maio, 2007
Tradição ou irracionalidade ?
No longínquo ano de 1946, o Dr. Luís Bernardo D’Athaíde, antigo proprietário do Pico do Refúgio retratou, fielmente, o ambiente que envolvia a matança dos gueixos das dispensas dos pescadores. Então dizia: “o povoléu, ávido de belo horrível, começa a envolver estreitamente os animaizinhos; homens e mulheres acotovelam-se na ânsia de alcançarem um lugar em condições de tudo verem, e as crianças de todas as idades, agarradas às saias das mães, espreitam por entre os adultos.
Todos acompanham os movimentos do carniceiro que, friamente, de mãos, cara e camisa pintalgados de sangue, se aproxima firmando a choupa e, por fim, colocado na frente do gueixo, descarrega-lhe certeiro golpe na parte do cachaço a seguir aos chifres. O gueixo cai fulminado, quase instantâneamente, e, após as rápidas contrações do esteror de alguns momentos, é logo assaltado pelos magarefes, exímios esfoladores que, com afiadas facas de matar porco, lhe tiram toda a pele.
Aberto, em todo o comprimento, escalado o ventre, são extraídos os intestinos, é recolhido o sangue em alguidares e refocila-se afanosamente nas vísceras quentes, num canibalismo que nos repugna e contrista".
Passados mais de 60 anos, os costumes mantem-se quase inalterados. Apesar de não estarmos em Barrancos, continua-se a agir em nome da tradição (matança dos animais no porto de pesca/calhau). Resta a barbárie desses actos e o desrespeito pelas normas de higiene, sanidade e segurança alimentar.
24 maio, 2007
Nürband
04 maio, 2007
Zona Balnear
14 abril, 2007
Imperdível
Um reflexo de originalidade, boa disposição e astúcia. Enfim, o pulsar da nossa cultura na vastíssima diáspora
12 abril, 2007
Tipos de Drogas
Conheça um pouco mais como as drogas agem no corpo: os efeitos, o consumo e as conseqüências do uso de cada uma delas. Curtir uma viagem, um barato diferente ou só um jeito de se descontrair, pode não ser tão ingênuo quanto parece. Então, informe-se para sacar mais esse esquema.
- Maconha
Cannabis Sativa é o nome que você já ouviu aos montes por aí, nas letras de música do Planet Hemp. Apesar de ser um nome científico, é até bem popular entre as gírias para se falar da maconha. Canabis é a planta, e Tetrahidrocanabinol, ou THC, é a substância responsável pelos efeitos da maconha no corpo. Dependendo de como é cultivada, a erva pode ter uma concentração maior ou menor de THC, o que determina o potencial da droga.A maconha pode ser fumada em cigarros feitos à mão ou cachimbos. A fumaça também pode ser inalada e a erva ingerida quando torna-se ingrediente de chás e receitas nada convencionais.Os efeitos da maconha no corpo dependem da dose consumida, da concentração de THC e da reação individual à droga. Os efeitos mais freqüentes são: excitação seguida de relaxamento, noção de tempo e espaço distorcidas, diminuição dos reflexos, vontade de falar em exagero e fome intensa (a famosa "larica"). Os efeitos físicos mais comuns são olhos avermelhados, pupilas dilatadas, boca seca, palidez e taquicardia.O uso prolongado de maconha pode prejudicar a memória para fatos recentes e causar desânimo generalizado. Algumas pessoas podem ter alucinações, sobretudo visuais. Altas doses de maconha também podem provocar ansiedade intensa, pânico e paranóia.
- Cocaína
Produzida em laboratório, a cocaína é extraída da folha de coca, planta cultivada principalmente na Bolívia, Peru e Colômbia, principal ponto de partida do tráfico rumo aos Estados Unidos e à Europa. Refinada até virar um pó branco, a cocaína pode ser misturada a várias substâncias como talco, cimento ou pó de vidro, o que interfere na pureza e no potencial da droga.A cocaína age na comunicação entre os neurônios, aumentando a ação da dopamina, substância liberada pelas células nervosas na parte do cérebro responsável pela sensação de prazer. Por isso, a pessoa sente uma dose extra de prazer - curta, porém - ao consumi-la.A cocaína é uma droga de efeito estimulante, que gera excitação, euforia e sensação de poder. A atividade física e mental são estimuladas e, em contrapartida, o sono, o cansaço e a fome diminuem. Depois de uma hora ou mais, a cocaína vai perdendo seu efeito e o usuário tem que consumir outras doses para prolongar a sensação de prazer.Os problemas do uso contínuo de cocaína se manifestam desde a morte dos tecido do nariz (pela aspiração da droga) ou das veias (no caso de ser injetada) até complicações cardíacas, circulatórias e cerebrais (derrame ou infarto). Podem ocorrer insônia, ansiedade, paranóia, suor excessivo, aumento da pressão sangüínea e irritabilidade. Com o tempo, o usuário vai perdendo a capacidade de sentir prazer sem o uso da cocaína e, se pára de usá-la, fica ansioso por não conseguir obter sensação parecida sem a droga.
- Crack
Vendido em pequenas pedras, o crack é, basicamente, a pasta de cocaína não refinada. Estimulante como a cocaína, seu efeito é uma porrada, podendo ser até cinco vezes mais potente que a droga "mãe", só que com duração bem mais curta (de alguns minutos).Cachimbos improvisados - feitos com canetas, garrafas e copos de plástico - são os apetrechos mais comuns para se fumar crack.Os efeitos são euforia inicial e perda do sono, da fome e da sensação de cansaço. Como o efeito passa rápido, o usuário logo é fisgado pela tentação de querer fumar mais e mais para prolongar essa sensação.O uso prolongado do crack pode causar paranóia, irritabilidade, depressão, cansaço constante e desinteresse sexual. Danos ao sistema respiratório, tosse, convulsões e possível derrame ou ataque cardíaco são outros problemas que podem aparecer com o abuso da droga.
- LSD
A palavra alucinar vem do latim e significa "vagar pela mente". Distorcendo (para alguns ampliando) os cinco sentidos do corpo, os alucinógenos permitem que o usuário entre numa "viagem" onde realidade e fantasia se misturam. O LSD (ou ácido lisérgico, "A.C.", "doce") é o mais popular dos alucinógenos, concorrendo na "fama" com outras drogas naturais como mescalina e cogumelos.O LSD tem como princípio ativo o MDMA (Metilenodioxometanfetamina). Agindo nos neurônios, o MDMA aumenta a liberação de serotonina no cérebro, uma substância que atua em células nervosas que controlam os sentidos, as emoções, o humor e o sono.Quando ingerido, o ácido provoca alucinações e delírios, alterando a percepção de sons, imagens e tato. Quem consome LSD é bombardeado por muitas sensações e emoções. Os sentidos podem parecer confusos, por isso são comuns relatos de pessoas que "enxergam" os sons e "ouvem" as cores.A droga é vendida em cartelas - em geral com desenhos psicodélicos -, divididas em "pontos", que concentram o MDMA. Uma dose pequena de LSD (bem menos que uma grama) é capaz de provocar "viagens" de várias horas.Os efeitos colaterais do uso do LSD são os "flashbacks", repetições repentinas das "viagens" do ácido, que podem surgir semanas ou meses depois da droga ter sido consumida. O usuário também pode sentir pânico, ansiedade e delírios ruins, a chamada "bad trip". Insônia, tremedeira e aumento da pulsação do coração e da pressão do sangue são os efeitos que podem se manifestar no corpo.
- Heroína
Derivada da planta papoula, os chamados opiáceos (também conhecidos como narcóticos) são drogas poderosas, que causam uma rápida sensação de prazer, seguida por um efeito de bem-estar e sonolência. Se a pequena Dorothy, da história do Mágico de Oz, cai no sono profundo depois de passar por uma plantação de exuberantes papoulas vermelhas, não pense que isso é por acaso...Morfina, heroína e codeína são os exemplos mais conhecidos de opiáceos. A heroína é uma droga sintetizada em laboratório, cara e pouco consumida no Brasil, se comparada com outras como maconha e cocaína.A morfina é usada na medicina como analgésico (alivia a dor), e a codeína, em xaropes para tosse. Na forma sólida, a heroína é aquecida (em geral numa colher) até "derreter" e injetada na veia com seringa e agulha. Ela cria um estado de prazer, relaxamento e torpor, mas, como o efeito dura pouco, o usuário logo busca novas doses para obter sensação de bem-estar. O uso da heroína pode causar queda da pressão, diminuição da respiração e dos batimentos cardíacos, podendo levar ao coma e à morte. A droga interfere na atividade dos neurônios que "se acostumam" a trabalhar com a presença do opiáceo. Por isso, quando pára de consumi-lo, o usuário enfrenta uma crise de abstinência com calafrios, suor excessivo, dores musculares e abdominais, vômitos, diarréias, coriza, lacrimejamento e febre. Por provocar dependência rapidamente, a heroína é uma das drogas mais perigosas ao corpo humano.
- Ecstasy
Conhecida como a droga do amor, o ecstasy é derivado da anfetamina (o MDMA, mesmo princípio ativo do LSD), tendo efeito estimulante e alucinógeno. Nos últimos anos, a droga ganhou espaço graças à popularidade das raves e da música eletrônica, que criam ambientes favoráveis a seu consumo.O ecstasy - ou simplesmente "e" - aumenta a concentração de dopamina (estimulante) e serotonina (substância responsável pelas emoções) no cérebro. A droga é consumida em comprimidos de diversas cores e tamanhos e seus efeitos surgem de 20 a 60 minutos depois do consumo, podendo durar até 10h.O ecstasy provoca euforia, sensação de intimidade, aumento da empatia e muita vontade de conversar e tocar os outros, o que justifica o apelido "droga do amor". A droga também pode gerar alucinações auditivas, visuais e táteis. Boca seca, náusea, suor em excesso, diminuição da fome, caimbras, insônia, espasmo do maxilar e aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial são os efeitos que o ecstasy pode causar no corpo.O uso freqüente e de grandes doses da droga pode causar depressão, ansiedade e paranóia. A morte pelo consumo de ecstasy é rara, mas pode acontecer. O aumento descontrolado da temperatura e pressão do corpo podem provocar desidratação (pelo suor intenso), febre aguda (podendo passar 41º), convulsões e insuficiência dos rins, com risco de morte. O risco é maior para pessoas hipertensas ou com problemas no coração, mas nunca se pode bobear. E quando consumido com bebidas alcoólicas, o ecstasy torna-se perigoso.
- Nicotina
Nicotina é a substância presente no tabaco e que é absorvida pelo corpo quando fuma-se cigarro. Além da nicotina, a fumaça do cigarro contém outras substâncias tóxicas como o alcatrão e o monóxido de carbono que prejudicam bastante a qualidade de vida do fumante.Considerada um estimulante leve, a nicotina entra nos pulmões quando o fumante traga o cigarro, passando pela corrente sangüínea e chegando ao cérebro em apenas 8 segundos. A droga também pode ser absorvida pela boca (quando o tabaco é mascado), pelo nariz e até mesmo pela pele.Como o álcool, a nicotina atua no Sistema Nervoso Central e tem poder de causar dependência. Seus efeitos são leve elevação do humor, relaxamento, diminuição do apetite e sensação de prazer (pela maior liberação de dopamina no cérebro, a mesma substância que está envolvida na dependência da cocaína e heroína). A nicotina também aumenta os batimentos cardíacos, a pressão arterial, provoca tremores, insônia, diarréia, vômitos, tontura, dor no peito e danos graves ao sistema digestivo e respiratório. Quando usada com freqüência, a nicotina pode causar tolerância e, por isso, a pessoa tende a fumar um número cada vez maior de cigarros para sentir os mesmos efeitos.A longo prazo, o cigarro aumenta as chances da pessoa ter câncer (de pulmão, estômago, boca, faringe, laringe e outros), derrame cerebral, pneumonia, infarto, bronquite crônica, úlcera digestiva e uma série de outras doenças. Mesmo assim, metade dos fumantes que sofrem ataque cardíaco ignoram as recomendações médicas e continuam fumando, sem conseguir se livrar do vício. Na gravidez, o uso de cigarro pode prejudicar muito o feto, que recebe as substâncias tóxicas do tabaco pelo sangue.A dependência ao cigarro é muito comum. Pelas pesquisas, as pessoas que começam a fumar antes dos 21 anos têm maior dificuldade de largar o vício. Em cada 10 fumantes que tentam parar de fumar, menos de um consegue ter sucesso. E quando param, os dependentes de nicotina passam por uma crise de abstinência que dura cerca de duas semanas, com fases de agitação, fome, dores de cabeça, depressão, tontura, insônia, irritação e "fissura" (aquela vontade incontrolável de fumar).O tabaco causa mais doenças e mortes do que as outras drogas que causam dependência juntas. Apesar de matar muita gente (só nos Estados Unidos, uma em cada seis mortes é resultado do fumo), a indústria do cigarro é extremamente lucrativa e poderosa no mundo inteiro.
- Álcool
Apesar de legal e amplamente comercializado, o álcool é considerado uma droga psicotrópica, já que atua no sistema nervoso central, altera o comportamento de quem consome e tem potencial para criar dependência.Os efeitos do álcool variam de acordo com as características da pessoa, o teor alcoólico da bebida e a freqüência do consumo, porque o hábito de beber gera uma tolerância do corpo cada vez maior. É importante lembrar, no entanto, que o prejuízo dos reflexos e da coordenação motora é igual para quem está e quem não está acostumado a beber. Por isso, dirigir depois de beber é bem arriscado, embora muita gente "esqueça" disso quando sai para tomar umas e outras com os amigos.De início, as bebidas alcoólicas conseguem desinibir as pessoas, que ficam mais sociáveis e com maior facilidade para conversar e rir. O segundo estágio começa a se manifestar com a perda da coordenação, descontrole e sono. Se a pessoa continua bebendo, o álcool pode causar dor de cabeça, dificuldade de falar, mal-estar, vômitos e, no dia seguinte, a famosa ressaca. A mistura de bebidas fermentadas (como cerveja e vinho) e destiladas (como pinga, vodka e uísque) faz o álcool "subir" à cabeça ainda mais rápido.O consumo exagerado de bebidas alcoólicas pode causar depressão e levar a pessoa ao coma. Doenças como cirrose, gastrite, anemia e úlceras na pele também estão ligadas ao abuso do álcool. Na gravidez, essa droga "legal" deve ser evitada para não provocar deficiência físicas e mentais no bebê.A dependência ao álcool (o alcoolismo) tem custos enormes para a vida profissional, familiar e psicológica do dependente. Os custos sociais não ficam atrás, já que o alcoolismo envolve atendimento especializado e gastos com saúde pública. O grande número de acidentes e de casos de violência associados ao abuso de álcool só fazem crescer essa matemática do prejuízo. Uma realidade que a indústria do álcool não mostra em sua publicidade.
08 abril, 2007
Mariana Pires

Retirado do AO de 08/04/2007.
15 março, 2007
13 março, 2007
08 março, 2007
07 março, 2007
Conselho
02 março, 2007
Uma Questão de Observação
05 fevereiro, 2007
O triplo referendo
Poucos debates sociais terão sido tão úteis como os realizados sobre o aborto. Os estudos de opinião demonstram que os portugueses querem despenalizar, mas reagem contra a possibilidade do aborto livre. Não querem castigar, mas não querem permitir o aborto de qualquer maneira. Querem proteger as mulheres da vergonha social e do sistema criminal, mas não querem desproteger em absoluto o filho em gestação. Impressiona a maioria dos portugueses que o coração do bebé bata, às dez semanas. O ‘sim’ ganha o referendo se conseguir que, na hora de votar, o dilema dos portugueses seja despenalizar ou não. O ‘não’ ganha o referendo se conseguir que, na hora de votar, o dilema dos portugueses seja permitir o aborto livre ou não. A inércia do debate favorece o ‘sim’, na medida em que o som de fundo da sociedade portuguesa é o de que não se pode pôr as mulheres na prisão. Não há mulher nenhuma na prisão, mas é uma ideia adquirida. A verdade favorece o ‘não’. A verdade é que no referendo está em causa o aborto livre, a mulher quer, a mulher faz.Virá a verdade ao de cima, durante a campanha? É este o primeiro braço-de-ferro da campanha. Há outro, o da abstenção.O referendo é triplo, contém três perguntas: despenalizar, liberalizar o aborto até às dez semanas e responsabilizar o Estado pela assistência e pelos encargos com a prática do aborto.São três perguntas distintas. Há consenso quanto à primeira, não há consenso quanto às outras duas. Muitos portugueses não irão votar porque, tal como a pergunta é feita, não conseguirão optar. Se os políticos tivessem feito trabalho de casa não se teria chegado a este referendo. Se há consenso em despenalizar, por que não avançaram antes os partidos políticos para um acordo, em sede parlamentar? Por que ficaram na gaveta projectos de deputados do próprio PS, por que não agiu o PSD? Por que caiu em saco roto a reflexão de Freitas do Amaral?A resposta portuguesa para a questão do aborto terá de ser sofisticada. Juridicamente sofisticada, socialmente sofisticada. Desde logo, socialmente sofisticada. Se, desde o último referendo, alguns voluntários conseguiram dar apoio a mais de 80.000 grávidas e dar vida a mais de 10.000 bebés em risco de aborto, o que não poderá o Estado, com os seus meios, fazer neste domínio? Os portugueses têm uma tradição e uma sensibilidade especiais. Os portugueses querem um ponto de equilíbrio entre a intimidade angustiada da mãe e o direito à vida do filho.Os dados internacionais demonstram que o aborto livre tem como consequência o aumento exponencial do número de abortos. Os dados demonstram que o aborto livre não acaba com o aborto clandestino. Para quê dar este passo civilizacional, se não resolve o problema?Com os consensos que o debate do referendo provocou, nada ficará como dantes. Se o ‘não’ vencer, haverá despenalização sem aborto livre. Se o ‘sim’ vencer será passado um cheque em branco ao aborto livre. Portugal precisa de ganhar tempo para fazer a lei que quer. Votando ‘não’ Portugal ganha esse tempo, tempo para o equilíbrio entre o drama da mãe e a vida frágil que tem dentro dela, tempo para si mesmo.
30 janeiro, 2007
Arrendamento trapaceiro de habitações

No meio do inhamal !!!

29 janeiro, 2007
A (in)constitucionalidade da "Futura" Lei
"Na lei de 1984 há um ponderação de valores entre a vida humana e o direito à saúde e dignidade da mulher. Aqui não há nenhuma realidade constitucionalmente admissível que justifique pôr em causa a vida humana", defendeu Jorge Miranda, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), onde foi apresentado um grupo de 42 professores de Direito de várias universidades do país que defendem o "não" no referendo.
Questionado sobre se, em caso de vitória do "sim", a legislação futura violará a Constituição, Jorge Miranda respondeu afirmativamente. "Entendo que sim", disse, lembrando que a Constituição refere, no seu artigo 24º, que "a vida humana é inviolável".
Para Jorge Miranda, se a intenção do legislador fosse a de despenalizar, "nem valeria a pena levar a questão a referendo", considerando que "na prática" já se verifica a despenalização, ao não existirem mulheres presas pela prática de aborto.
"Admite-se que, numa sociedade plural, uma parte entenda que [o aborto] não deve ser criminalizado. Mas essa parte não pode impor à outra que considere que um mal, um ilícito seja liberalizado", argumentou. Jorge Miranda rejeitou, por outro lado, que uma abstenção elevada no próximo dia 11 de Fevereiro possa pôr em causa o instituto do referendo. "Se houvesse um referendo sobre a Constituição da União Europeia ou a regionalização, estou convencido que as pessoas participariam mais. Este é o tipo de questão que não é muito adequado a referendo", disse.
11 janeiro, 2007
Já não era sem tempo
Assim noticía o AO de hoje que " o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande vai assinar hoje, pelas 12h00, a escritura de cedência de um imóvel aos Escuteiros de Rabo de Peixe.
De acordo com uma nota do gabinete de imprensa da Câmara Municipal da Ribeira Grande, a cerimónia de assinatura entre Ricardo Silva e José Emanuel Amaral, do Grupo 126 dos Escuteiros de Portugal, tem lugar no salão nobre dos Paços do Concelho.
Com a cedência do imóvel, património da autarquia, os escuteiros da Vila de Rabo de Peixe podem assim construir a sua futura sede. Ainda de acordo com a mesma fonte, o imóvel, situado na Rua do Rosário, “vem assim responder a uma longa aspiração do Grupo 126 dos escuteiros de Portugal, que com 22 anos de existência, vem trabalhando em prol da ocupação saudável de dezenas de crianças e jovens da vila de Rabo de Peixe”.
“Foi face ao trabalho voluntarioso do grupo de escuteiros de Rabo de Peixe e inserido no plano municipal de apoio às associações do concelho, que a Câmara Municipal da Ribeira Grande decidiu ceder o edifício para a futura construção da sede daquele agrupamento” - refere a nota de imprensa.
Este edifício foi adquirido em 2001 pela autarquia, com vista à construção da Escola Profissional da Ribeira Grande.
Actualmente, a construção deste edifício escolar está inserida nos fundos EFTA (Instrumento Financeiro do Espaço Económico Europeu).
As obras de construção da sede do grupo de escuteiros vão ficar a cargo do próprio agrupamento".
07 janeiro, 2007
"Bomba" Reactivada
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05 janeiro, 2007
Impacto (im) placa (vel)
É com grande satisfação e brio que vejo alguns dos meus frontais escritos ganharem eco, embora de forma diferente, nalguns OCS. O extracto acima apresentado foi publicado no AO no dia 5/01/2007 e refere-se a esse post. Felizmente, o nosso meio ainda tem alguns jornalistas capazes de abordar Rabo de Peixe na sua vertente realista, não sensacionalista, como é o caso da jornalista que apresenta a notícia. 01 janeiro, 2007
Placas à vista
26 dezembro, 2006
06 dezembro, 2006
06 novembro, 2006
O lixo que dá dinheiro
01 novembro, 2006
"Eu Não Vou Chorar"
EU NAO VOU CHORAR
20 outubro, 2006
Despenalização, sim ou não?
Um país velho é um país mais doente.
Um país mais pessimista.
Um país menos alegre.
Um país menos produtivo.
Um país menos viável – porque aquilo que paga as pensões dos idosos são os impostos
dos que trabalham. Era esta, portanto, uma das questões que Portugal deveria estar a debater.
E a tentar resolver. Como?
Obviamente, promovendo os nascimentos. Facilitando a vida às mães solteiras e às mães separadas. Incentivando as empresas a apoiar as empregadas com filhos, concedendo facilidades e criando infantários. Estabelecendo condições especiais para as famílias numerosas.
Difundindo a ideia de que o país precisa de crianças – e que as crianças são uma fonte de alegria, energia e optimismo. Um sinal de saúde. Em lugar disto, porém, discute-se o aborto.
Discutem-se os casamentos de homossexuais (por natureza estéreis).
Debate-se a eutanásia.
Promove-se uma cultura da morte.
Dir-se-á, no caso do aborto, que está apenas em causa a rejeição dos julgamentos e das condenações de mulheres pela prática do aborto – e a possibilidade de as que querem abortar o poderem fazer em boas condições, em clínicas do Estado.
Só por hipocrisia se pode colocar a questão assim.
Todos já perceberam que o que está em causa é uma campanha.
O que está em curso é uma desculpabilização do aborto, para não dizer uma promoção do aborto.
Tal como há uma parada do ‘orgulho gay’, os militantes pró-aborto defendem o orgulho em abortar.
Quem já não viu mulheres exibindo triunfalmente t-shirts com a frase «Eu abortei»?
Ora, dêem-se as voltas que se derem, toda a gente concorda numa coisa: o aborto, mesmo praticado em clínicas de luxo, é uma coisa má.
Que deixa traumas para toda a vida.
E que, sendo assim, deve ser evitada a todo o custo.
A posição do Estado não pode ser, pois, a de desculpabilizar e facilitar o aborto – tem de ser a oposta.
Não pode ser a de transmitir a ideia de que um aborto é uma coisa sem importância, que se pode fazer quase sem pensar – tem de ser a oposta.
O Estado não deve passar à sociedade a ideia de que se pode abortar à vontade, porque é mais fácil, mais cómodo e deixou de ser crime.
Levada pela ilusão de que a vulgarização do aborto é o futuro, e que a sua defesa corresponde a uma posição de esquerda, muita gente encara o tema com ligeireza e deixa-se ir na corrente.
Mas eu pergunto: será que a esquerda quer ficar associada a uma cultura da morte?Será que a esquerda, ao defender o aborto, a adopção por homossexuais, a liberalização das drogas, a eutanásia, quer ficar ligada ao lado mais obscuro da vida?No ponto em que o mundo ocidental e o país se encontram, com a população a envelhecer de ano para ano e o pessimismo a ganhar terreno, não seria mais normal que a esquerda se batesse pela vida, pelo apoio aos nascimentos e às mulheres sozinhas com filhos, pelo rejuvenescimento da sociedade, pelo optimismo, pela crença no futuro?Não seria mais normal que a esquerda, em lugar de ajudar as mulheres e os casais que querem abortar, incentivasse aqueles que têm a coragem de decidir ter filhos?
19 outubro, 2006
Qualidade Ambiental ?

18 outubro, 2006
17 outubro, 2006
Adeus Jack
15 outubro, 2006
Um Governo Amigo de Rabo de Peixe
O presidente do Governo Regional dos Açores considerou, hoje, os investimentos na habitação como um dos principais instrumentos de combate à pobreza, daí a aposta do seu executivo na afectação ao sector de verbas cada vez maiores.Na cerimónia de lançamento da primeira pedra do projecto de construção de 61 novas habitações no loteamento do Bairro dos Pescadores de Rabo de Peixe, orçado em 4,8 milhões euros, Carlos César realçou os avultados investimentos, programados ou executados, nesta vila da costa Norte de S. Miguel, na área da habitação.
Só de 1997 a 2005, a Administração Regional investiu, no sector, em Rabo de Peixe, cerca de oito milhões de euros e, até ao final de 2008, está prevista uma aplicação de mais seis milhões, acrescentou.
O chefe do executivo acentuou a importância da melhoria das condições de habitação numa zona com tradicionais problemas sociais, mas sublinhou que a intervenção do executivo na Vila se tem alargado a outros sectores para permitir uma maior autonomização das famílias e a dinamização económica.
“A Vila de Rabo de Peixe está a mudar todos os dias”, assegurou, ao destacar a sua convicção de que, face aos seus níveis de desenvolvimento, vai deixar de ser a localidade procurada pelos fotógrafos para documentar a pobreza.
“Vão ter de se transferir para outra freguesia”, considerou, indicando que o empreendimento que hoje arrancou vai implicar um investimento do Governo de 2,5 milhões e de euros, cabendo ao Instituto Nacional da Habitação (INH) a parte restante do esforço.
23 agosto, 2006
22 agosto, 2006
Quota de Goraz
Quando se trata de defender os seus interesses, os pescadores de Rabo de Peixe são inultrapassáveis. A foto foi retirada de uma edição do A.O. e ilustra a "luta" que alguns dos nossos Homens do Mar travaram com as autoridades sobre a distribuição de quotas de goraz. A postura corporal, vista numa óptica pacifista, é digna de aplausos.28 julho, 2006
Pela Negativa
27 julho, 2006
O iate está abandonado
17 julho, 2006
Há cada história
Um australiano que alega ter tido relações sexuais «com a mulher errada» depois de entrar num quarto escuro na casa da editora de uma revista de Sydney foi acusado de violação, noticia o Daily Telegraph.
Paul John Chappell, de 31 anos, foi convidado pela editora a ir até casa dela depois de se terem encontrado numa saída nocturna. O par foi para a cama e Chappell levantou-se depois para ir até à casa de banho. Mas no regresso ao quarto, Paul alega que se enganou na porta e entrou no quarto onde a companheira de casa da editora, de 23 anos, dormia.
Entrou para a cama e iniciou o acto sexual, alegadamente acreditando que estava com a outra mulher. A companheira de casa colaborou porque pensava que era o namorado que tinha ido para a cama, após ter adormecido no sofá.
Só quando acendeu a luz é que se apercebeu que era Chappell que lá estava e não o namorado, que continuava a dormir no sofá.
A rapariga acusa-o agora de violação. Chappell garante estar inocente e o argumento a utilizar pela defesa é que «tudo não passou de um engano. Ele cometeu um erro. Entrou no quarto errado e teve relações sexuais com a pessoa errada».
Em declarações à polícia, a editora afirmou que Chappell estava «muito bêbeda» quando chegaram a casa e que quando foram para a cama ela recusou-se a ter sexo.
O julgamento está marcado para a próxima semana.





